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Caso Orelha: polícia pede internação de adolescente envolvido na morte do cão

Três adultos, parentes dos adolescentes, foram indiciados

  • Foto do(a) author(a) Esther Morais
  • Foto do(a) author(a) Agência Brasil
  • Esther Morais

  • Agência Brasil

Publicado em 4 de fevereiro de 2026 às 11:07

Atos em protesto pela morte de Orelha foram realizados em siversas
Atos em protesto pela morte de Orelha foram realizados em siversas Crédito: Reprodução

A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu, na noite de terça-feira (3), a investigação sobre o ataque que resultou na morte do cão Orelha, agredido por quatro adolescentes no dia 4 de janeiro, na Praia Brava, no litoral do estado. O animal, que era cuidado pela comunidade local, morreu no dia seguinte.

No mesmo inquérito, a polícia também finalizou a apuração do caso do cachorro Caramelo, que foi atacado por outros quatro adolescentes, mas conseguiu sobreviver.

Belo Horizonte, Minas Gerais por Reprodução

Caso Orelha

De acordo com a Polícia Civil, foi solicitado à Justiça o pedido de internação de um dos adolescentes envolvidos na agressão que levou à morte de Orelha. Além disso, três adultos, parentes dos adolescentes, foram indiciados por coação a testemunha.

Após a análise do laudo de corpo de delito, a polícia informou que, por volta das 5h30 do dia 4 de janeiro, o cão, que tinha cerca de 10 anos, sofreu uma pancada contundente na cabeça, possivelmente provocada por um chute ou pelo uso de um objeto rígido, como madeira ou garrafa. O animal chegou a ser socorrido e levado a um veterinário, mas não resistiu aos ferimentos.

As investigações incluíram a análise de mais de mil horas de imagens de câmeras de segurança, a oitiva de 24 testemunhas e a coleta de diversas provas.

O adolescente para o qual foi solicitado o pedido de internação é o mesmo que viajou para a Disney logo após o crime. Ele retornou ao Brasil no dia 29 de janeiro, quando foi abordado pelas autoridades ainda no aeroporto.

Caso Caramelo

No caso do cachorro Caramelo, a Polícia Civil informou que quatro adolescentes foram representados, o que resultou na instauração de um inquérito policial. Segundo a investigação, o grupo tentou afogar o animal no mar, mas Caramelo conseguiu escapar.

Após o episódio, o cachorro foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.