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Filha de major da PM é morta com sinais de espancamento: ‘É a maior dor do mundo’

Polícia Civil afirmou que agentes "buscam por testemunhas e realizam outras diligências para esclarecer os fatos"

  • Foto do(a) author(a) Perla Ribeiro
  • Perla Ribeiro

Publicado em 6 de janeiro de 2026 às 14:11

Filha de major da PM é morta com sinais de espancamento: ‘É a maior dor do mundo’
Filha de major da PM é morta com sinais de espancamento: ‘É a maior dor do mundo’ Crédito: Reprodução

Filha do major da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Neyfson Borges, a jovem Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, 22 anos, chegou morta, com sinais de espancamento, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Novo, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, no domingo (4).

A Polícia Militar afirmou que uma equipe do 14º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Bangu) foi até a UPA para verificar a entrada da mulher na unidade. A corporação não deu detalhes sobre a causa da morte. Já a Polícia Civil afirmou que o caso é investigado pela DHC e que agentes "buscam por testemunhas e realizam outras diligências para esclarecer os fatos".

Filha de major da PM é morta com sinais de espancamento: ‘É a maior dor do mundo’ por Reprodução

O major Neyfson usou o seu perfil no Instagram para fazer um desabafo sobre a morte da filha, a quem se referiu como "estrelinha". "Seu pai te ama e te amará de todo o meu coração. Por todo o sempre. Vamos nos encontrar em breve. Prepare o céu para mim. Me ampare quando for minha hora", escreveu o oficial, que acrescentou: “Só preciso ficar mais um pouquinho para cuidar dos seus irmãos. Olhe por eles também aí de cima”.

O major aproveita a publicação para fazer o último pedido à filha: "Aproveita que está ao lado de Deus, dos anjos e Santos e de Nossa Senhora e peça que ele dê forças para seu pai e por todos que ficaram aqui para suportar esse vazio e essa saudade infinita. É a maior dor do mundo", encerra o texto.

Em outra postagem, o major diz que dormiu achando que a morte da filha havia sido um pesadelo. “Acordei e percebi que não tomaremos mais nosso picolé favorito. Mas separa um algodão doce, feito de nuvens aí do céu, para quando nos vermos novamente".