Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Mulher atropelada e dada como morta por engano recebe alta da UTI

Fernanda Policarpo, de 29 anos, tem quadro de saúde estável

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 27 de janeiro de 2026 às 18:10

Caso foi registrado no dia 19 de janeiro
Caso foi registrado no dia 19 de janeiro Crédito: Reprodução

A mulher atropelada em uma rodovia de Bauru, em São Paulo, que foi dada como morta pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na segunda-feira (26). Fernanda Policarpo, de 29 anos, foi reanimada por um médico da equipe de socorristas da concessionária. 

O Hospital de Base de Bauru (HBB) informou que Fernanda Policarpo segue em tratamento em leito de enfermaria clínica e tem quadro de saúde estável, segundo informações divulgadas pelo g1 de São Paulo.

O caso foi registrado no dia 19 de janeiro. A Polícia Militar Rodoviária chegou ao local quando a equipe do Samu já havia deixado a área. Em seguida, o médico da concessionária identificou que a vítima ainda respirava e iniciou o atendimento.

Fernanda Cristina Policarpo tem 29 anos por Reprodução

A direção do Samu informou que abriu uma sindicância interna para apurar possíveis falhas no atendimento. A médica que atestou o óbito foi afastada até a conclusão da apuração.

Em entrevista à TV TEM, Adriana Cristina Roque, mãe da vítima, descreveu o desespero vivido no local. Ela criticou o atendimento inicial e disse que não soube em que versão acreditar ao ser informada, primeiro, da morte da filha e, depois, de que ela ainda apresentava sinais vitais.

“Na hora que eu vi a minha filha estirada no asfalto, já coberta com aquele papel alumínio, e eles falaram pra mim que não podia chegar perto. Falaram que infelizmente minha filha já estava morta, já estava sem vida, e eu queria ver, queria ver, eles não deixavam”, contou.