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PCC na Faria Lima: empresa alvo de operação é suspeita de espionar concorrente

Material apreendido com sócios da Copape, alvos de megaoperação, mostra elo com policiais e suposto esquema de arapongagem contra Raízen

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  • Metrópoles

Publicado em 29 de agosto de 2025 às 08:48

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Alvos centrais da megaoperação deflagrada nessa quinta-feira (28) contra um esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, os donos da empresa Copape são suspeitos de terem montado um esquema de arapongagem envolvendo campanas com policiais e até grampos telefônicos para espionar executivos da concorrente Raízen.

A suspeita nasceu a partir de trocas de mensagens apreendidas em celulares de empresários ligados à Copape em investigações. Suspeita de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC), a empresa teve uma explosão em sua produção e distribuição de combustível em meio à pandemia e trava uma guerra com gigantes do setor, como a própria Raízen, do bilionário Rubens Ometto.

Leia reportagem completa no Metrópoles, parceiro do Jornal Correio