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Metrópoles
Publicado em 5 de fevereiro de 2026 às 09:09
Os policiais militares (PMs) que mataram o menino Ryan Silva Andrade Santos, de apenas 4 anos, “disparavam em legítima defesa”, afirmou a Polícia Civil no relatório final do inquérito que investiga o caso, apresentado à Justiça nessa segunda-feira (2/2). Os agentes estavam em uma suposta troca de tiros na noite de 5 de novembro de 2024 no Morro São Bento, em Santos, no litoral de São Paulo, quando um projétil calibre 12 atingiu Ryan na barriga. Ele foi levado por familiares à Santa Casa do município, mas não resistiu.>
Mais tarde, um laudo apontou que o projétil que matou a criança partiu de um policial militar. Entre todos os suspeitos e PMs, o cabo Clóvis Damasceno de Carvalho Júnior, do 6º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), era o único que portava uma espingarda calibre 12.>
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