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Bruno Wendel
Publicado em 25 de maio de 2026 às 05:00
Correr ou apenas caminhar no Dique do Tororó virou uma atividade de risco. Segundo moradores, uma tropa de jovens ligada ao Bonde do Maluco (BDM) está promovendo arrastões em um dos mais conhecidos cartões-postais de Salvador. >
De acordo com relatos, os criminosos descem pelo Dique Pequeno ou pela Vila Platino, cercam as vítimas e roubam celulares, correntes e relógios. Após os assaltos, o grupo foge pelos fundos de um posto odontológico, onde há acesso a uma escadaria que leva ao Engenho Velho de Brotas. >
Os ataques acontecem principalmente aos finais de semana e em dias de jogos e shows na Arena Fonte Nova. Na noite deste sábado (23), após a apresentação de Djavan, o bando atacou, mesmo com a presença de alguns policiais próximos ao estádio. >
Ainda segundo moradores, os casos acontecem dede o início do ano. >
Arrastões assustam frequentadores do Dique do Tororó
“Censo do tráfico”>
Para reforçar o domínio em Tairu, na Ilha de Itaparica, o Comando Vermelho (CV) implantou uma espécie de “censo do tráfico” na região do Beira Rio. Criminosos ligados a Ângelo Martins de Cerqueira Neto, o “Tio Chico”, do Baralho do Crime, percorrem casas coletando informações sobre moradores, principalmente se têm parentes ou amigos policiais e possíveis ligações com facções rivais. >
Apontado pela polícia como envolvido em homicídios e outros crimes violentos, “Tio Chico” segue foragido. Além do levantamento, câmeras clandestinas monitoram quem entra e sai da localidade. Motoristas também são obrigados a baixar os faróis e acender a luz interna dos veículos, numa demonstração de controle territorial imposto pela facção. >
Moradores relatam medo constante e evitam circular à noite na região. >
CV: "Tio Chico" comanda o tráfio no "Cone Sul", na Ilha de Itaparica
Denúncias contra promotora>
No último dia 18, foi realizada a primeira audiência de instrução do processo conduzido pela Corregedoria do Ministério Público da Bahia (MPBA) que apura denúncias feitas por uma ex-assessora contra a promotora Aline Curvêlo. >
A integrante do MP responde a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) por suspeita de obrigar a ex-servidora a assinar decisões em seu lugar. Durante a audiência, foram ouvidas testemunhas de defesa, testemunhas indicadas pelo MP e a denunciante.>
Procurado, o Ministério Público informou que o “procedimento disciplinar da Corregedoria corre sob sigilo até sua conclusão”. >
Ex-assessora acusa promotora do MPBA de ordenar uso de assinatura eletrônica em seu lugar