satélite

Satélite: dois deputados do PSD lideram ranking de parlamentares baianos com mais faltas sem justificativa

Linha Fina Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Dolorum ipsa voluptatum enim voluptatem dignissimos.

  • Foto do(a) author(a) Jairo Costa Jr.
  • Jairo Costa Jr.

Publicado em 20 de outubro de 2015 às 05:02

 - Atualizado há um ano

A 40 dias para o fim do ano, os deputados Sérgio Brito e José Carlos Araújo, ambos do PSD,  lideram o ranking dos parlamentares baianos com o maior número de faltas injustificadas em sessões com votação na Câmara em 2014. Cada um faltou seis das 100 realizadas entre janeiro e ontem, segundo o portal de transparência da Casa. Em terceiro lugar, empatados com cinco ausências, estão Jutahy Junior (PSDB), Fernando Torres (PSD), Irmão Lázaro (PSC), Tia Eron (PRB) e Erivelton Santana (PSC). Completam o top 10 Ronaldo Carletto (PP), Bacelar (PTN) e João Gualberto (PSDB), com quatro faltas. A lista dos campeões de falta com justificativa é encabeçada por Cláudio Cajado (DEM), com 31, embora grande parte delas por missões autorizadas pela presidência da Câmara. Na sequência, vêm Sérgio Brito, com 21,  Arthur Maia (SD), José Rocha (PR) e José Carlos Aleluia (DEM), com 19, 18 e 17, respectivamente.  Na ponta contrária, nenhum deputado da Bahia teve 100% de presença. Moema Gramacho (PT),  Valmir Assunção (PT) e Cacá Leão (PP) chegaram perto, com uma falta. Davidson Magalhães (PCdoB), Antonio Brito (PTB) e Caetano (PT) tiveram duas.

Cai, caiNa bancada baiana em Brasília, a avaliação é de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vai cair em até 15 dias. Para os deputados do estado que integram a base aliada, com o volume das denúncias e a pressão da opinião pública, nem milagre segura o peemedebista no cargo.

Balão de ensaioPara os oposicionistas, porém, há uma chance. No caso, Cunha teria que aceitar logo pedido de abertura de impeachment contra a presidente. O que faria, segundo os adversários do governo, mudar o foco do noticiário negativo e impedir que tucanos e democratas lhe puxem o tapete de vez.

Freio de arrumaçãoPelo andar do andor, o presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, será o único dos quatro deputados estaduais do PDT a deixar o partido. Nos corredores da Assembleia, Roberto Carlos, Euclides Fernandes e Vítor Bonfim já falam abertamente em permanecer. Licenciado do mandato desde o começo do ano, quando assumiu a Secretaria Estadual de Agricultura, Paulo Câmera assegurou a aliados que também não tem interesse em seguir Nilo.  Todos eles argumentam que, com os sinais de reaproximação entre o governador Rui Costa (PT) e o presidente do PDT da Bahia, deputado Félix Mendonça Júnior, não há razões para debandada.  Caso o processo naufrague,  o panorama muda.

Casa de sapêCom os pés fora do PDT, mesmo que ainda sozinho, Marcelo Nilo admitiu ontem, em entrevista à imprensa, o que a Satélite havia antecipado desde o sábado: no momento, ele negocia com a cúpula do nanico PSL os termos para sua eventual filiação. O que inclui controle total sobre o diretório do partido no estado.

Ração pra tucanoUma decisão judicial tira o DEM do páreo em Itabuna e o põe no colo do deputado Augusto Castro (PSDB), pré-candidato a prefeito da cidade. Dia 8 passado, revelou o blog Pimenta, a Justiça Federal suspendeu por cinco anos os direitos políticos do ex-prefeito democrata Fernando Gomes, condenado por improbidade.O melhor, para todos, seria ele renunciar. Mas pelo perfil que ele tem, provavelmente, não fará isso Daniel Almeida (PCdoB), deputado federal, ao defender ontem, em entrevista ao Conexão CBN, a saída de Eduardo Cunha da Câmara. Almeida, assim como toda a bancada comunista, não assinou o pedido de cassação contra o peemedebista.