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Bianca Hirakawa
Publicado em 2 de março de 2026 às 14:00
Temperatura alta em dias quentes costuma gerar preocupação imediata. Quando o corpo começa a doer, o cansaço aumenta e surge aquela sensação de fraqueza, a dúvida aparece: é dengue ou só uma virose típica da estação? >
Embora os sintomas possam ser parecidos no início, alguns sinais ajudam a diferenciar os quadros, e observar esses detalhes pode fazer toda a diferença.>
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As viroses respiratórias são comuns em ambientes fechados, com ar-condicionado e grande circulação de pessoas. Nariz entupido, espirros, dor de garganta e tosse seca costumam ser os primeiros sinais.>
A febre, nesses casos, geralmente não é tão alta e a pessoa consegue manter parte da rotina, mesmo com desconforto. O mal-estar existe, mas tende a ser mais leve e melhorar ao longo de alguns dias com repouso, líquidos e alimentação simples.>
Já as infecções intestinais também aumentam no calor, principalmente por consumo de água ou alimentos contaminados. Diarreia, vômito e queda rápida de energia são comuns. Aqui, o maior risco é a desidratação, especialmente em crianças e idosos.>
A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e costuma provocar sintomas mais intensos. Febre alta repentina, dor de cabeça forte e dor atrás dos olhos são características frequentes.>
Outro ponto importante é a dor no corpo mais acentuada do que em gripes comuns. Manchas avermelhadas na pele também podem surgir, além de náuseas e episódios de vômito.>
Um detalhe que ajuda na suspeita: ausência de sintomas respiratórios. Se não há coriza, tosse ou dor de garganta, e as dores são fortes, é fundamental procurar avaliação médica.>
Independentemente da causa, manter o corpo hidratado é essencial. No caso da dengue, a reposição de líquidos se torna ainda mais importante e pode exigir grande volume ao longo do dia, sempre com orientação profissional.>
Sinais como tontura, desmaio, dor abdominal intensa, sangramento ou piora rápida do quadro exigem atendimento imediato.>
No verão, atenção aos sinais do corpo é a melhor estratégia. Diante da dúvida, buscar orientação médica é sempre o caminho mais seguro.>