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Estudo revela a idade exata em que o risco de ataque cardíaco começa a aumentar

Uma pesquisa de longa duração da Universidade Northwestern aponta diferenças na idade em que homens e mulheres enfrentam maior risco de doenças cardiovasculares como a aterosclerose

  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Agência Correio

Publicado em 11 de fevereiro de 2026 às 16:00

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte global. Saiba como um estudo identificou uma diferença crucial no risco de ataques cardíacos entre os sexos Crédito: Freepik

As doenças cardiovasculares são as principais causas de mortes no mundo atualmente. De acordo com a Federação Mundial do Coração (World Heart Federation - WHF), cerca de 20 milhões de pessoas morreram por essas condições em 2023.

Como forma de combater a incidência da causa de aproximadamente 30% dos óbitos globais, instituições científicas dedicam seus esforços a trabalhos que possam ajudar a humanidade a prevenir os problemas no coração e ataques cardíacos.

Pesquisa, desenvolvida pela Faculdade de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern, começou nos anos 1980, acompanhando um grupo de 5112 pessoas saudáveis e em boa forma, com idades entre 18 e 30 anos por Reprodução

Nesse contexto, uma universidade norte-americana publicou recentemente os resultados de um estudo em que foi possível constatar uma diferença na incidência de doenças cardiovasculares e ataques cardíacos entre homens e mulheres.

Diferença no risco cardíaco

A pesquisa, desenvolvida pela Faculdade de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern, começou nos anos 1980, acompanhando um grupo de 5112 pessoas saudáveis e em boa forma, com idades entre 18 e 30 anos.

Durante todo esse tempo, os cientistas monitoraram os participantes para buscar qualquer indício de desenvolvimento de alguma doença cardiovascular.

A primeira descoberta veio quando alguns dos voluntários chegaram aos 35 anos. Nessa faixa etária, começou a aparecer uma diferença visível para o risco de ataques cardíacos entre homens e mulheres.

Posteriormente, foi observado que 5% dos homens que sofreram de uma dessas condições tinham entre 50 e 51 anos, enquanto as mulheres, 57 e 58 anos de idade. Com base nisso, os pesquisadores identificaram que há um maior risco nos homens de desenvolver aterosclerose.

Essa condição se caracteriza pela formação de placas de gordura na corrente sanguínea, impedindo o fluxo do sangue e perturbando o ritmo cardíaco. A aterosclerose é a principal causa de doenças cardiovasculares e paradas cardíacas.

Apesar de todos os esforços dos pesquisadores, o trabalho não conseguiu constatar o motivo para a maior incidência desta condição nos homens. A questão do estilo de vida chegou a ser investigada, mas não se mostrou como uma variável que define esta situação.

Atualmente, os cientistas trabalham com a hipótese de que isso se deve a questões hormonais e enfatizam que há a necessidade de mais investigações neste campo.