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O céu de 2032 pode apresentar um dos espetáculos mais raros que a Terra já viu

Entenda por que os cientistas descartaram riscos para a Terra e focam agora no satélite natural

  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Agência Correio

Publicado em 2 de fevereiro de 2026 às 08:00

Fenômeno previsto para 2032 pode gerar explosão visível e abrir nova cratera na superfície da Lua
Fenômeno previsto para 2032 pode gerar explosão visível e abrir nova cratera na superfície da Lua Crédito: (Foto: Reprodução/ Youtube)

O céu de 2032 poderá apresentar um espetáculo raro causado pelo visitante espacial 2024 YR4. Identificado no último ano, este objeto desperta o interesse global devido à sua trajetória peculiar.

No dia 22 de dezembro daquele ano, a rocha poderá encontrar o solo lunar em um evento histórico.

Corpo celeste monitorado por agências espaciais internacionais por Divulgação

Quem é o viajante espacial

O 2024 YR4 é um corpo celeste monitorado por agências espaciais internacionais. Suas simulações indicam que ele passará extremamente perto do nosso satélite natural em menos de uma década.

Ainda que a possibilidade de batida seja de apenas 4%, o dado é relevante. Por isso, os astrônomos utilizam equipamentos de ponta para refinar os cálculos de órbita a cada dia.

Comparando o objeto a um prédio

Com 60 metros de extensão, o asteroide impressiona pelo seu porte robusto no espaço. Ele equivale, em termos comparativos, a um prédio residencial de quinze pavimentos em deslocamento veloz.

No princípio das observações, os cientistas cogitaram riscos para o nosso continente. Contudo, dados recentes confirmam que a Terra está fora da linha de fogo deste objeto específico.

O brilho visto pelos telescópios

Um impacto lunar liberaria uma carga energética vasta e impressionante. A força seria equivalente a uma explosão nuclear de médio porte, provocando transformações geológicas imediatas na superfície da Lua.

Consequentemente, observaríamos um ponto de luz intensa através de lentes astronômicas. Além da luz, o choque deixaria uma marca permanente na topografia lunar para estudos futuros.

Por que não devemos nos preocupar

É importante ressaltar que a integridade da Terra não está em jogo. Caso fragmentos sejam arremessados em nossa direção, eles seriam destruídos pelo atrito com o ar muito antes de caírem.

Portanto, o foco dos pesquisadores é puramente educacional e preventivo. Eles acreditam que observar essa dinâmica ajudará a proteger o planeta de ameaças futuras vindas do espaço profundo.

Tags:

Ciência Universo