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Agência Correio
Publicado em 1 de janeiro de 2026 às 17:00
Viver mais deixou de ser uma questão de sorte para se tornar uma escolha diária. Com a expectativa de vida em ascensão no Brasil, o foco da ciência mudou: o objetivo agora não é apenas somar anos ao calendário, mas garantir que o corpo e a mente acompanhem esse ritmo com vigor. >
Estudos recentes mostram que o estilo de vida é responsável por cerca de 75% da nossa longevidade. Conheça os pilares que sustentam uma vida longa e como aplicá-los hoje mesmo para transformar seu futuro.>
Japão - O segredo da longevidade dos japoneses
A alimentação é o combustível que determina a velocidade do nosso desgaste biológico. Priorizar alimentos in natura, ricos em antioxidantes e fibras, ajuda a reduzir a inflamação crônica, um dos principais vilões do envelhecimento precoce. Dietas baseadas em vegetais e gorduras boas, como o azeite de oliva, protegem o coração e o cérebro.>
Além da escolha dos alimentos, a forma como comemos importa tanto quanto o que está no prato. A prática de evitar excessos e manter a hidratação constante auxilia no metabolismo eficiente e na regeneração dos tecidos. Pequenos ajustes, como reduzir o açúcar refinado, podem evitar picos de insulina que aceleram o declínio celular.>
O equilíbrio nutricional funciona como uma "manutenção preventiva" para o organismo. Quando fornecemos os nutrientes corretos, as células conseguem se reparar de forma mais eficaz contra os danos do tempo. O resultado é um corpo mais resiliente, capaz de enfrentar o passar dos anos com muito mais energia e menos dependência de intervenções médicas.>
A atividade física não serve apenas para a estética; ela é o melhor preventivo contra a perda de massa muscular, conhecida como sarcopenia. Manter os músculos fortes é essencial para a autonomia na terceira idade, evitando quedas e mantendo o metabolismo acelerado. Exercícios de força e aeróbicos devem caminhar juntos nessa jornada.>
Manter o corpo em movimento ajuda a regular a pressão arterial e a saúde cardiovascular. Mesmo caminhadas leves ou atividades recreativas diárias têm o poder de liberar endorfinas, que combatem o estresse e a ansiedade. A constância é o segredo para que o sistema circulatório funcione de forma otimizada por décadas.>
O impacto do exercício vai além do físico, atingindo diretamente a saúde cognitiva e emocional. Pessoas ativas apresentam menor risco de desenvolver doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. O movimento estimula a neuroplasticidade, mantendo o cérebro jovem e capaz de aprender novas funções, independentemente da idade cronológica.>