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Agência Correio
Publicado em 23 de janeiro de 2026 às 17:00
Você já imaginou pagar para caminhar por vielas onde mal passa uma pessoa? Essa é a proposta de tours que estão viralizando no Rio de Janeiro. A experiência busca levar o visitante para dentro do coração da Rocinha. >
O roteiro foca na rotina intensa de quem vive no complexo todos os dias. Os guias apresentam pontos históricos e explicam a evolução da comunidade. Assim, o turista compreende melhor os desafios e as belezas do local.>
Rocinha - polêmica no turismo
Apesar do custo elevado, a procura por esses passeios não para de crescer. Estrangeiros buscam o Brasil para ter vivências que fujam do óbvio. Por isso, a favela se tornou um destino tão cobiçado quanto o Cristo Redentor.>
O guia conduz o grupo por escadarias e passagens subterrâneas curiosas. Nessas visitas, é comum que os viajantes percorram as ruas com o objetivo de tornar o passeio imersivo. A sensação de estar em um labirinto fascina muitos.>
A experiência inclui paradas em comércios locais e pontos de observação. Desse modo, o turista interage com a economia da região. Além disso, as histórias contadas pelos guias enriquecem muito o trajeto cultural oferecido.>
Muitos moradores veem o turismo como uma oportunidade de mostrar o outro lado da favela. Eles querem provar que existe muita criatividade e talento no local. Portanto, recebem os visitantes com hospitalidade e orgulho.>
Afinal, a favela é um símbolo de carga cultural imensa para o Brasil. Ignorar essa realidade seria apagar uma parte fundamental da nossa história. O tour busca justamente trazer essa narrativa para o primeiro plano mundial.>
Para quem deseja realizar o passeio, o planejamento é essencial. As agências recomendam roupas confortáveis e calçados adequados para as subidas. No entanto, o preparo psicológico para os espaços apertados é o mais importante.>
Os guias reforçam que o passeio é seguro e bem estruturado. Eles conhecem cada canto da comunidade e possuem parcerias com os residentes. Assim sendo, o visitante pode aproveitar a jornada sem preocupações externas maiores.>