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Ana Beatriz Sousa
Publicado em 4 de junho de 2026 às 10:30
O cantor country Garth Brooks, de 64 anos, está prestes a protagonizar a maior transação da indústria fonográfica. Segundo informações divulgadas pelo jornal norte-americano Wall Street Journal, a discografia completa do artista está sendo avaliada em impressionantes US$ 2 bilhões, o que equivale a mais de R$ 10 bilhões na cotação atual. >
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Caso seja vendido por essa quantia, Brooks vai ultrapassar o recorde do eterno Rei do Pop, que lidera o topo dos catálogos solo mais caros do mundo após ter parte de sua obra vendida por US$ 1,2 bilhão em 2024. A bolada bilionária oferecida ao astro country inclui não apenas os direitos de suas gravações originais, mas também os direitos autorais de suas composições ao longo de mais de três décadas de carreira.>
No mercado norte-americano Garth Brooks acumula mais de 200 milhões de álbuns vendidos apenas nos Estados Unidos e já emplacou vinte canções no topo das paradas da Billboard. Dono de três prêmios Grammy, ele é a voz por trás de hits como 'Friends in Low Places' e 'Standing Outside the Fire', música que, inclusive, estourou nas rádios brasileiras nos anos 90.>
Embora o nome do comprador misterioso ainda seja mantido sob sigilo, o movimento reflete uma tendência agressiva no mercado fonográfico. Gigantes do setor financeiro e do entretenimento, como a Sony e o fundo Hipgnosis, vêm disputando acervos de astros da música para faturar alto com os royalties em plataformas de streaming e trilhas sonoras.>
A título de comparação, a Sony comprou o catálogo de Bruce Springsteen por US$ 500 milhões em 2021 e a obra da banda Queen por US$ 1,3 bilhão em 2024. Já os astros do pop Justin Bieber e Britney Spears negociaram suas músicas na casa dos US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) cada. Diante disso, o salto de Garth Brooks para os R$ 10 bilhões isola o cantor em um patamar financeiro nunca antes visto.>