Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Entidades carnavalescas criticam o 'Afródromo' durante 8º Congresso do Carnaval da Bahia

Audiência pública irá explicar o projeto

  • D
  • Da Redação

Publicado em 8 de setembro de 2012 às 13:15

Da RedaçãoDurante o 8º Congresso do Carnaval da Bahia, realizado na última terça (4), quarta (5) e quinta-feira (6), no Centro Cultural da Câmara Municipal de Salvador, entidades carnavalescas reivindicaram uma audiência pública para explicar o projeto Afródromo, que pretende criar um circuito na cidade baixa para o desfile dos blocos Afro. Segundo informações do Bahia Notícias, a  reunião deve contar com a presença de Carlinhos Brown, idealizador do projeto, além de órgãos públicos que decidem e executam a festa, e deve acontecer na próxima quarta-feira (12).A exigência foi aprovada, em votação, pela maioria das entidades carnavalescas presentes no Congresso e feita ao corregedor da Câmara Municipal, vereador Alcindo da Anunciação. Caso Brown não compareça ou envie algum representante credenciado para esclarecer o projeto, "já se vislumbra uma batalha sem fim com grandes repercussões”, prevê o presidente da oitava edição do Congresso, Otto Pípolo. "Acreditamos que o Conselho do Carnaval, a Câmara Municipal de Salvador, a Coordenação Executiva e toda a comunidade carnavalesca não aceitarão qualquer projeto ou outro circuito imposto, sem discussão democrática e sem a participação de todas as entidades. Todos devem entender que a maior característica do carnaval de Salvador é a participação popular na rua e não em local fechado, privilegiando meia dúzia de entidades e empresários", disse. De acordo com Pípolo, os autores do Afródomo foram convidados para apresentarem o projeto no segundo dia do evento. "Mas não compareceram para explicar como vão executar um projeto privado em via pública sem ter a aprovação da Câmara Municipal de Salvador, assim como não esclareceram como vão viabilizar o projeto sem a aprovação do órgão soberano e deliberativo das ações do carnaval que é o Conselho Municipal do Carnaval", disse.Matéria original: iBahiaEntidades carnavalescas criticam o 'Afródromo' durante 8º Congresso do Carnaval da Bahia