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Quem pode tocar na taça da Copa? Entenda o esquema de segurança e o tour do troféu pelo Brasil

Confira as regras de segurança e as cidades que receberão o objeto mais cobiçado entre os jogadores de futebol

  • Foto do(a) author(a) Moyses Suzart
  • Moyses Suzart

Publicado em 23 de fevereiro de 2026 às 17:35

Denilson beija a taça original da Copa do Mundo
Denilson beija a taça original da Copa do Mundo Crédito: Divulgação

São João é bom demais. E São João em ano de Copa do Mundo é melhor ainda. Restando pouco mais de três meses para o Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá, o cheirinho de forró e futebol já estão no olfato do brasileiro. Contudo, antes das ruas serem pintadas de verde e amarelo, a taça, ao menos nos próximos dias, é nossa. Em tour mundial, o troféu mais cobiçado entre os jogadores está em solo brasileiro durante três dias. Ontem o caneco dourado estava no Museu do Futebol, no Pacaembu, em São Paulo, e o CORREIO foi o único veículo baiano a apreciar de pertinho. 

O esquema de segurança da taça que conquistamos cinco vezes (duas no formato atual) é semelhante a uma visita de autoridade internacional. Vários carros pretos de segurança levaram o taça, que fica numa redoma de vidro e as pessoas só podem vê-la de longe, sem tocá-la. Na verdade, apenas dois tipos de seres-humanos podem pegar na bichinha: presidentes e jogadores que já foram campeões do mundo. Ontem, Denilson causou inveja no seleto grupo que viu o troféu de perto. Ele pegou sem luva, beijou e mostrou algo curioso: no fundo há a gravação de todos os campeões do mundo. Na oportunidade, o campeão de 2002 falou sobre a importância da competição no âmbito global.

“A Copa do Mundo é diferente porque acontece a cada quatro anos. Isso faz com que ela seja algo escasso, dá saudade no torcedor brasileiro. Quando termina, a gente já começa a perguntar quando vai ser a próxima”, disse Denilson, que reforça o quanto a competição também mexe com os brasileiros.

“O Brasil disputou todas as edições de Copa do Mundo e mais uma vez estará lá, representando o país da melhor forma possível. Não existe história da Copa do Mundo sem a Seleção Brasileira. A competição se torna ainda mais especial com o torcedor brasileiro”, garante Denilson.

O craque, que foi o jogador em todas os mundiais que mais vezes entrou num jogo de Copa como reserva, disse estar confiante que a taça voltará para o Brasil depois de julho, na decisão. Ele pediu para que os brasileiros deem um voto de confiança em Carlo Ancelotti, técnico do Brasil. Contudo, ele dá um recado para os atletas: não há espaço para vaidades. Ele era titular da Seleção Brasileira nas competições pré-copa, mas no Mundial se tornou uma espécie de 12º jogador.

“No começo me incomodou, claro. Eu vinha jogando bem, era titular e, de repente, na cereja do bolo, fui para o banco de reservas. Mas entendi que estava em um seleto grupo e que seria importante nos momentos que tivesse para jogar. Copa é isso. O protagonista pode sair do banco”, completa.

A taça do mundo ainda percorrerá, de forma rápida, outras duas cidades brasileiras. Nesta terça-feira (24) estará no Rio de Janeiro e na quarta-feira (25), juntamente com o troféu do mundial feminino, em Brasília. Vale lembrar que o caneco só sai da Suíça neste período. Até o início do Mundial, a taça vai percorrer 30 países membros da Fifa, com 75 paradas e 150 dias de exibição. É a sexta vez que o troféu percorre este tour. Em 2014, com o Brasil como sede, ele rodou pelo país todo. Desta vez apenas três cidades foram beneficiadas.

A iniciativa faz parte do tour global organizado pela Coca-Cola em parceria com a Fifa, que percorre dezenas de países levando o troféu original para perto do público antes do início da Copa do Mundo. A proposta é simples e poderosa: transformar um símbolo normalmente restrito a cerimônias oficiais em uma experiência tangível para fãs, convidados e imprensa, reforçando a conexão emocional que o futebol desperta ao redor do planeta. Que esta dourada faça outra visita ao Brasil, em julho, mas desta vez com outra gravação no seu fundo (lá ele): do nosso hexa.