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Hotel, miniestádio e museu: saiba como será o novo complexo do Flamengo

Projeto autorizado pelo governo do Rio de Janeiro ainda depende de licenças municipais

  • Foto do(a) author(a) Larissa Almeida
  • Larissa Almeida

Publicado em 14 de janeiro de 2026 às 14:00

Atual sede do Flamengo, na Gávea Crédito: Reprodução/Museu do Flamengo

O projeto “Gávea Século XXI”, autorizado pelo governo do Estado do Rio, prevê a transformação da sede social do Flamengo em um complexo multifuncional com hotel temático, miniestádio, museu, lojas e estacionamento subterrâneo na Zona Sul da capital.

Entre os principais atrativos está a construção de um hotel voltado à experiência do time rubro-negro. Conforme informações do jornal O Globo, a estrutura será priorizada para atletas do clube, delegações visitantes, sócios e torcedores de fora do Rio, além de receber o público em geral de forma complementar. A proposta é integrar hospedagem, memória esportiva e eventos ligados à identidade do Flamengo.

Sede do Flamengo, na Gávea por Reprodução/Museu do Flamengo

O plano inclui ainda um miniestádio com capacidade para cerca de duas mil pessoas, novas quadras de tênis e poliesportivas, áreas comerciais, museu interativo e um estacionamento subterrâneo com aproximadamente mil vagas — uma das maiores infraestruturas do tipo na região da Gávea.

Segundo o projeto, todo o complexo foi desenhado para funcionar como suporte às atividades esportivas do clube, com receitas destinadas ao financiamento do esporte profissional e amador. Esse argumento foi decisivo para a autorização estadual, já que o terreno pertence ao Estado e tem uso vinculado à finalidade esportiva.

O aval do governador Cláudio Castro, publicado no Diário Oficial, libera o Flamengo para avançar com o plano, mas a execução ainda depende de licenças urbanísticas e ambientais da Prefeitura do Rio e de órgãos competentes.

Com a autorização, o clube dá um passo importante para modernizar sua sede histórica e ampliar serviços e experiências oferecidas a atletas, sócios e torcedores, transformando a Gávea em um polo esportivo, turístico e comercial.

Segundo os documentos apresentados pelo Flamengo, o hotel não terá perfil convencional. A prioridade de uso será voltada para atletas do clube, de diferentes modalidades; delegações visitantes, em competições realizadas na Gávea; sócios e torcedores, especialmente os que vêm de fora do Rio; e, de forma complementar, o público em geral, dentro de um conceito de experiência temática ligada à história e à identidade do clube.

O Estado aceitou o argumento de que o hotel funcionará como estrutura de apoio ao complexo esportivo, ao museu e aos eventos do Flamengo, e que as receitas geradas serão destinadas às atividades esportivas, condição considerada essencial para manter a validade da cessão do terreno.

Apesar da autorização do governador, o projeto ainda dependerá de licenças urbanísticas e ambientais, além de eventuais estudos de impacto de vizinhança, que ficarão a cargo da Prefeitura do Rio e de outros órgãos competentes. O despacho de Cláudio Castro, no entanto, remove o principal entrave político-administrativo: o uso de um terreno estadual para um complexo que combina esporte, turismo e exploração econômica controlada.

Tags:

rio de Janeiro Flamengo Esporte Futebol Gávea