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Ex-diretor de presídio na Bahia é denunciado por feminicídio contra a namorada: 'Executada sem chance de defesa'

Empresária foi encontrada morta em um quarto de hotel em Aracaju

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 9 de abril de 2026 às 16:56

Tiago Sóstenes Miranda de Matos é suspeito de matar Flávia Barros e depois tentar tirar a própria vida
Tiago Sóstenes Miranda de Matos é suspeito de matar Flávia Barros e depois tentar tirar a própria vida Crédito: Reprodução

O Ministério Público do Estado de Sergipe denunciou Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 35 anos, pela morte da namorada, a empresária Flávia Barros dos Santos, 38. Ele era diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, na Bahia, e foi exonerado após o crime, registrado em 22 de março. 

De acordo com o advogado da família da vítima, Lincoln Prudente Rocha, a empresária foi morta a tiros sem que pudesse se defender. "Diante de todo o cenário, a polícia obteve êxito através de laudos e depoimentos que confirmam o relacionamento amoroso de Tiago e Flávia e a dinâmica do fato, que confirma a execução. Flávia foi executada sem chance de defesa por parte do Tiago", disse em entrevista ao SE1. 

Flávia Barros era empresária e influenciadora por Reprodução

De acordo com o inquérito policial, concluído em abril, Tiago matou Flávia a tiros em um hotel, localizado na Zona Sul de Aracaju, e depois tentou tirar a própria vida. Ele foi internado no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), com ferimentos de arma de fogo, teve alta três dias depois e foi encaminhado ao Presídio Militar (Presmil), onde permanece preso.

Tiago teria conhecido a vítima ao dar uma palestra sobre feminicídio em uma faculdade particular de Paulo Afonso. No local, os dois teriam se apresentado e começado a relação. Uma semana antes do crime, a vítima foi pedida em namoro pelo policial penal. 

Além de empresária e influenciadora conhecida em Paulo Afonso, Flávia era estudante do quarto período de Direito, e sonhava em ser advogada. Tiago foi exonerado do cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, em 23 de março.