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Trump confirma morte de líder supremo do Irã, Ali Khamenei, durante ataques

Confirmação foi feita em uma rede social neste sábado (28), quando EUA e Israel atacaram o país

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 28 de fevereiro de 2026 às 19:35

Aiatolá Ali Khamenei
Aiatolá Ali Khamenei Crédito: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (28) a morte líder do supremo do Irã, Ali Khamenei, após ataques realizados em território iraniano. A confirmação foi publicada pelo presidente norte-americano nas redes sociais.

“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue”, disse Trump na Truth Social.

Khamenei, líder supremo do Irã , comandou o país por quase quatro décadas por Reprodução

Antes disso, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, havia dito que as forças israelenses destruíram o complexo do líder Ali Khamenei. 

O presidente dos Estados Unidos classificou a morte de Khamenei como uma “oportunidade” para que os iranianos recuperem o país. “Esta é a maior chance para o povo iraniano recuperar seu país. Estamos ouvindo que muitos de seus membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e policiais não querem mais lutar e estão buscando imunidade”, falou. 

O ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, no início da manhã deste sábado (28), deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho.

Após os ataques, o governo brasileiro divulgou uma nota em que condena a ação dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e em que defende a negociação entre as partes para evitar a escalada de hostilidades.

Na nota, o Itamaraty pede aos envolvidos que respeitem o direito internacional e "exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil".

O governo diz ainda que as embaixadas brasileiras na região acompanham os desdobramentos das ações e recomenda que os brasileiros na região estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países em que estiverem.