As histórias reais dos serial killers da segunda temporada de Mindhunter

variedades
13.09.2019, 12:47:00
Atualizado: 13.09.2019, 12:49:29
BTK na série e na vida real, já depois de ser preso (Divulgação)

As histórias reais dos serial killers da segunda temporada de Mindhunter

Agentes continuam entrevistas com condenados e se envolvem em caso em andamento

A segunda temporada de Mindhunter na Netflix trouxe novos casos de sociopatas e psicopatas, convidando os telespectadores a tentar entender um pouco do que se passa na mente de pessoas que cometem crimes dos mais horrendos. Ainda com David Fincher no comando, a série segue acompanhando os agentes do FBI Holden Ford (Jonathan Groff) e Bill Tench (Holt McCallany) que, com ajuda da psicóloga Wendy Carr (Anna Torv), estão transformando a Unidade de Ciência do Comportamento da agência. 

Eles seguem no trabalho de entrevistar criminosos seriais em prisões e dessa vez também acabam envolvidos em um caso ainda em andamento - o desaparecimento e morte de crianças negras em Atlanta. 

Conheça mais dos criminosos citados na série:

Dennis Rader (BTK)
Desde a primeira temporada, Dennis Rader é uma presença enigmática em Mindhunter. Nessa segunda temporada, pequenos flashes dele aparecem entre cenas dos investigadores - fantasiado, se estimulando com notícias sobre seus crimes, stalkeando possíveis vítimas. Não está claro se a série vai realmente tratar desse caso mais a fundo, já que Rader foi preso somente em 2004 - seria preciso um grande pulo na cronologia.

Conhecido pelas iniciais BTK ("bind, torture, kill", ou "amarre, torture e mate"), Rader foi condenado por dez homicídios cometidos entre 1974 e 1991 na área de Wichita, em Kansas. A série faz alusão a dois casos específicos, o assassinato de Joseph e Julie Otero e dois dos filhos deles, e a tentativa de matar Anna Williams, em 1979 - ela conseguiu escapar por chegar mais tarde do que Rader previa.  O psicopata ficou conhecido por stalker as vítimas intensamente antes do crime.

Ele gostava de provocar a polícia e escreveu cartas para uma estação de TV falando sobre seus crimes. Em 1988, quando uma família foi assassinada, ele mandou uma carta para a mídia para negar envolvimento no caso, mas elogiar o "trabalho" do verdadeiro assassino. 

A prisão do BTK aconteceu quando o caso já estava frio, sem crimes recentes ligados a ele. Foi o próprio assassino quem começou a espalhar evidências e foi preso depois de enviar um disquete que a polícia conseguiu associar a Rader através do metadados. Com o nome do suspeito, os policiais conseguiram coletar DNA da filha dele a partir de um exame de Papanicolau. A amostra permitiu que o material genético fosse conectado com o do pai, coletado em uma cena do crime do BTK, mostrando a relação entre Keri Rader e o assassino. Depois, a filha de Rader lançaria um livro falando da sua experiência. 

Atualmente, Rader está preso no El Dorado Correctional Facility, em Kansas, cumprindo pena de 175 anos.

David Berkowitz (Filho de Sam)

(Foto: Divulgação)

David Berkowitz, mais conhecido como Filho de Sam ou o Assassino do calibre 44, foi preso e condenado por matar seis pessoas a tiros, ferindo outras sete, começando em 1976 com o assassinato de Donna Lauria. Ele costumava dirigir pelas ruas de Nova York, onde aconteceu a onda de crimes, buscando mulheres, especialmente de cabelos longos e escuros. Muitas vezes, ele atacava mulheres que estavam no carro com namorados. 

Como o BTK, Berkowitz gostava de perturbar e zombar da polícia durante a busca. Foi ele mesmo quem se batizou como Filho de Sam, em cartas à polícia, e o apelido pegou. Ele o usou pela primeira vez em um bilhete desejando "boa sorte" a todos os policiais trabalhando em seu caso. "Quando for preso eu prometo comprar para todos os caras trabalhando no caso um par novo de sapatos se eu conseguir o dinheiro". 

Na época, ele mandava várias cartas não só para a polícia como para imprensa - o caso foi coberto à exaustão. Em agosto de 1977, ele foi preso depois que seu carro recebeu uma multa, gerando uma sucessão de eventos que culminou com a polícia descobrindo mapas de cenas do crime e cartas ameaçando policiais. Quando ele finalmente foi preso, ainda teve tempo para mais uma zombaria: "Como demoraram tanto?", questionou.

Ele confessou todos os crimes e alegou que foi motivado por vozes de um demônio que vivia dentro do cachorro do vizinho. Após três avaliações psiquiátricas, foi considerado apto para o julgamento. Berkowitz foi condenado a seis penas de prisão perpétua - uma por cada morte. Em 1979, ele admitiu que a história de possessão demoníaca era mentira e em entrevista a um psiquiatra afirmou que matava por se sentir rejeitado pela sociedade. 

Hoje com 66 anos, o assassino continua preso em na prisão de segurança máxima Shawangunk, em Ulster County (NY), e hoje em dia é cristão. "Eu quero ser um bom cristão porque quero agradar ao Senhor, mas é meu jeito de dizer que sinto muito pelas coisas que aconteceram no passado", disse ele em uma entrevista. "Sinto muito por ser aquela pessoa má, e ser um idiota".

William Pierce Jr.

(Foto: Divulgação)

Um dos criminosos menos conhecidos que aparece na série. Pierce recebe a visita de Holden e do agente Jim Barney no terceiro episódio e sua cena se apega em elementos de humor, enquanto ele insiste que é muito inteligente e poliglota, mas confunde várias palavras. A série não detalha muito a vida criminal de Pierce. 

Ele tinha um ficha criminal grande antes de ser condenado por assassinato. De 1960 a 1964, foi condenado por uma série de invasões, assaltos e um caso de incêndio criminoso na Georgia. Em 1970, ele foi solto em condicional, mesmo com uma avaliação psicológica que dizia que Pierce poderia ser perigoso para si mesmo e para outros. Menos de um ano depois, ele foi preso suspeito por nove assassinatos.

No fim, ele confessou três mortes na Georgia, mas também foi acusado por outros assassinatos na Carolina do Sul e na Carolina do Norte, com vítimas de idades variando de 18 a 60 anos. Embora tenha confessado os crimes, depois ele alegou que a polícia não o tinha informado dos seus direitos antes, como manda a lei americana, e por isso a confissão não teria validade. Não adiantou. Em 1971, foi condenado à prisão perpétua e continua preso até hoje, aos 88 anos, na Georgia Diagnostic and Classification Prision.

William Hance

(Foto: Divulgação)

Outro caso menos conhecido, mas com uma história forte por trás, que foi parar na Suprema Corte dos EUA. William Henry Hance foi condenado em 1978 por três mortes na Georgia. Na série, ele é interpretado por Corey Allen e é entrevistado na prisão pelos agentes Holden e Jim Barney (Albert Jones). O caso dele chamou atenção de Holden porque Hance era negro e uma das suas vítimas era branca - como o agente repete na série, os assassinos seriais costumam matar pessoas da mesma raça.

Hance cometeu os assassinatos durante o tempo em que foi soldado em Fort Benning, Ele escreveu cartas para as autoridades para tentar confundir a investigação. O primeiro crime foi em fevereiro de 1978 em Columbus, na Georgia. O soldado bebia em um bar quando foi abordado por uma garota de programa, Gail Faison. Eles saíram juntos de carro e quando começava a se vestir Hence teve um ataque de fúria e matou a prostituta espancada. Depois, enterrou o corpo na estrada. A segunda vítima foi a também garota de programa Irene Thirkield e a terceira a soldado Karen Hickman. Hance iria confessar todos os crimes posteriormente.

O caso de Hance aparece no livro "Whoever Fights Monster", escrito pelo ex-agente do FBI Robert Ressler, que serviu de inspiração para o personagem de Bill Tench. Ele conta que Hance assumiu os crimes, mas fingia ser parte de um grupo de assassinos brancos chamado "As forças do mal". Em um ponto da investigação, ele chegou a mandar cartas pedindo resgate por uma vítima que já estava morta. 

Depois de preso, Hance passou por exames psicológicos que consideraram que ele seria incapaz de ajudar a própria defesa de maneira racional, mas mesmo assim ele foi autorizado a servir como um dos seus defensores no julgamento. Hance acabou condenado à morte. 

Na Georgia, é preciso que a votação do júri seja unânime para que a pena de morte seja aplicada. Mas antes da execução de Hance acontecer, a única jurada negra de um júri de resto todo branco veio a público afirmar que não votou pela pena de morte e que os outros integrantes do júri simplesmente a ignoraram. Gayle Lewis Daniels apresentou um documento afirmando que "acredito que a pena de morte é certa para pessoas que cometem assassinato quando estão com juízo perfeito", escreveu. Depois, outra jurada confirmou a história e ainda detalhou comentários racistas que foram feitos pelo júri. 

A defesa de Hance apelou contra a condenação e o caso foi até a Suprema Corte americana. Em 1994, o caso foi analisado e a corte decidiu contra Hance, por 6 votos a 3. Os que votaram contra a condenação afirmaram que havia sinais claros que Hance tinha problemas mentais e de que o julgamento que o condenou foi "infectado com preconceito racial". Mas a maioria optou por manter a condenação. Logo depois, Hance foi executado. 

Elmer Wayne Henley, Jr.

(Foto: Divulgação)

Elmer Wayne Henley Jr aparece no quarto episódio da temporada, quando é entrevistado por Wendy e Gregg Smith (Joe Tuttle). Ele é vivido na série por Robert Aramayo, mais conhecido por interpretar a versão jovem de Ned Stark em Game of Thrones. 

Henley Jr foi preso por ajudar Dean Corll (conhecido como Candy Man) a atrair e assassinar vários garotos em 1972 e 1973 em Houston. Corll foi condenado por estuprar, torturar e matar pelo menos 28 adolescentes. Henley por sua vez foi acusado de ser cúmplice em seis dos assassinatos por ajudar a atrair as vítimas. 

Em 2002, ele deu uma entrevista para o documentário "Decisions and Visions", de Teana Schiefen Porras, em que diz que era fácil atrair os garotos para o apartamento do Candy Man. "Você quer festejar? Quer fumar maconha? Naquela época, não precisava de muita coisa", afirmou.

Na época, ele confessou ajudar Corll a carregar os corpos para o carro ou uma van que ele usava e ajudá-lo a enterrar as vítimas em uma espécie de cemitério privado. "Não sou um serial killer. Sou um cúmplice. Eu era uma criança ignorante e estúpida", alegou, no documentário.

Corll prometia pagar 200 dólares por garoto que Henley conseguisse. Na época, ele dizia que os adolescentes iriam entrar em uma rede homossexual na Califórnia. Mas não demorou muito para Henley descobrir que o amigo estava matando os garotos - mesmo assim ele não alertou a polícia. "Essa é a parte que não posso me perdoar. Eu fui um covarde", disse Henley anos depois.

A matança acabou em 8 de agosto de 1973, quando Henley matou Corll a tiros. Ele afirmou à polícia que Corll se irritou quando o amigo levou uma mulher para sua casa. O Candy Man teria amarrado a mulher, Henley e um amigo. Henley teria conseguido convencer Corll a soltá-lo e quando conseguiu pegar uma arma o matou.

Henley Jr foi condenado em 1974 a seis prisões perpétuas. Ele continua preso na unidade Mark W. Michael, em Tennessee Colony (Texas). Em 2015, ele pediu liberdade condicional, que foi negada - poderá fazer novo pedido em 2025.

Charles Manson

(Foto: Divulgação)

Um dos criminosos mais famosos do mundo, Manson é um condenado por assassinato que não matou de fato nenhuma das vítimas. Ele aparece no quinto episódio, quando finalmente Holden e Bill conseguem autorização para entrevistá-lo, algo que era aludido na série há tempos. Os dois parceiros têm opinião diferente sobre falar com Manson. Holden parece um fã indo encontrar alguém famoso e está ansioso - compra até um microfone novo. Bill é mais cético - antes, em conversa com Wendy, eles se questionam se vale entrevistar um assassino que não matou ninguém de fato. Coube ao ator Damon Herriman viver Manson - mesmo papel que ele interpreta em "Era uma vez em Hollywood", de Quentin Tarantino. 

Manson começou a vida no crime desde criança e passou por muitos reformatórios e prisões juvenis. Preso por roubo armado, ficou três anos preso em Terminal Island. Em 1967, resolveu seguir para a Califórnia, aproveitando o chamado Verão do Amor, quando começou a conseguir seguidores conquistados com seu carisma. O seu grupo, que acabaria conhecido como A Família, se instalou em 1969 em um rancho, vivendo todos juntos.

Não demorou para o que parecia ser mais um sonho hippie degringolar para uma história sanguinolenta. Manson acreditava na chegada do apocalipse e de uma guerra racial que batizou de "Helter Skelter", pois acreditava que essa mensagem estava na letra dos Beatles. 

Em 25 de julho de 1969, dois membros da Família mataram o professor de música Gary Hinman, em busca de 21 mil dólares que ele teria na casa. Dias depois, Manson disse aos seguidores que caberia à Família dar início ao "Helter Skelter".

Em 8 de agosto, três seguidores de Manson foram até a antiga casa de Terry Melcher, produtor musical que teve uma briga com Manson, e assassinaram as pessoas que estavam lá. A atriz Sharon Tate, grávida de oito meses, e o cabeleireiro Jay Sebring, e os amigos Abigail Folger e Wojciech Frykowski foram mortos com vários golpes de faca. Steven Parent, um rapaz de 18 anos que estava visitando o caseiro da propriedade, foi atacado a facadas e morto a tiros. Na noite seguinte, Manson foi com outros membros da Família até a casa de Leno e Rosemary LaBianca. Ele ficou do lado de fora enquanto o casal era morto.

Manson foi preso e julgado em 1970, acusado de controlar e comandar as mortes. Ele e outros três membros da Família foram condenados a morte em 1971, mas como a Califórnia aboliu essa pena no ano seguinte, passou a cumprir prisão perpétua. Em 2017, ele morreu na cadeia, aos 83 anos.

Paul Bateson

(Foto: Divulgação)

Bateson aparece no sexto episódio da temporada. O criminoso, que curiosamente fez uma participação no filme "O Exorcista", foi suspeito pela morte de seis pessoas cujos corpos apareceram desmembrados em bolsas abandonadas no Hudson River, em Nova York. A polícia rastreou roupas achadas nas vítimas até uma loja de itens de fetiche. Bateson frequentava bares gays próximos e acendeu a suspeita da polícia. Ele nunca foi conectado aos corpos. As vítimas não foram identificadas, nem a causa das mortes determinadas. Mas ele acabou condenado por uma outra morte, que não tinha nada em comum com os casos dos corpos achados no rio.

Esse crime foi a morte de Addison Verrill, um repórter da Variety que foi achado morto no seu apartamento no Greenwich Village. O modus operandi do crime era diferente, como nota na série Bill Tench, questionando se Bateson foi de fato um serial killer. No mesmo epissódio, Wendy e Smith visitam Bateson na prisão de Rikers Island.

Em setembro de 1977, Bateson e Verrill se conheceram um bar. Os dois beberam e usaram drogas juntos. Depois, foram de táxi até a casa do repórter, onde continuaram se drogando e fizeram sexo. Bateson assassinou o jornalista depois - Verrill foi espancado e esfaqueado. O assassino roubou cartões, passaporte e roupas da vítima. Usou o dinheiro para comprar mais bebida.

Foi o próprio Bateson que ligou depois para Arthur Bell, do Village Voice, para negar uma suposição de um artigo do jornalista de que o assassino de Verrill era um psicopata que estava visando gays em Nova York. A conversa dos dois foi parar no Village Voice. O jornalista alertou as autoridades. Depois, um outro homem ligou para Bell e informou o nome de Bateson. Preso, ele confessou o crime por escrito, em relato muito similar ao feito ao jornalista, mas durante o julgamento alegou ser inocente. 

No julgamento, em 1979, um promotor afirma que Bateson teria dito a um amigo que era também o assassino da mala. O juiz acabou decidindo que esses seis crimes não tinham ligações diretas com o caso e Bateson foi condenado por apenas um homicídio. Ele pegou anos de prisão e acabou solto em 25 de agosto de 2003, segundo as autoridades de Nova York. O "caso das malas" nunca foi resolvido. 

Atlanta Child Murders

(Foto: Divulgação)

O único caso tratado na temporada que ainda estava em andamento. Wayne Williams é preso, mas a própria série lança uma luz de dúvida sobre até que ponto ele realmente estava envolvido no sumiço das crianças e se a ajuda da FBI beneficiou o caso. 

Em 1979, um grande número de crianças negras, a maioria meninos, começou a desaparecer. Alguns corpos apareceram semanas e meses depois. Foram três anos de crimes que mexeram com as comunidades de Atlanta. 

Wayne Williams sonhava em ser produtor musica. Como mostra a série, ele foi abordado em 1980, perto do rio Chattahoochee, momentos depois de policiais de campana ouvirem o barulho de um objeto grande caindo na água. Ele conseguiu ser liberado porque a polícia não achou nada. Dois dias depois, o corpo de Nathaniel Carter, 27 anos, foi achado no rio.

Williams acabou sendo ligado aos sumiços das crianças, mas sua prisão e depois condenação foram motivadas por crimes com vítimas mais velhas. Além de Nathaniel, foi acusado pela morte de Jimmy Payne, 29. A polícia encontrou marcas de sangue de Nathaniel no carro do suspeito e pelos dos cachorros de Williams no corpo de Payne. Apesar de uma outra evidência apresentada pela polícia conectando-o a alguns casos das crianças, ele foi condenado somente pelas duas mortes dos adultos em 1982.

Hoje com 61 anos, Williams continua cumprindo duas sentenças de prisão perpétua na penitenciária estadual de segurança máxima de Hancock. 

Quarenta anos após os primeiros sumiços de crianças em Atlanta, ninguém foi formalmente acusado pelas mortes e o caso foi reaberto em março desse ano. 


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