Atriz Deborah Secco diz que fazia sexo 10 vezes por dia

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03.07.2020, 21:38:53
(Reprodução)

Atriz Deborah Secco diz que fazia sexo 10 vezes por dia

'Todas as surpresas que preparei na vida foram horríveis. Fiz um striptease e quebrei o braço', lembrou ainda ela

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Em entrevista ao canal do YouTube de Sabrina Sato, a atriz Deborah Secco revelou que, no início do relacionamento com o modelo baiano Hugo Moura, hoje seu marido e pai de sua filha, Maria Flor, 4 anos, o casal transava em média dez vezes por dia.

"Engravidei com dois meses de namoro, então a gente transava dez vezes ao dia, quando transava médio. A gente estava naquele momento em que só transava. Depois, a gente começou a conversar, transar e cozinhar, transar e ver um filme, mas antes era só transar."

A declaração deu o que falar nas redes sociais, e a atriz foi ao Twitter para rebater as críticas que recebeu. "Nasceram da fotossíntese dos pais, né?", escreveu.

No bate-papo, a atriz contou ainda que, com o início da gravidez, veio um receio sobre o sexo, mas eles mantiveram a atividade. “No fim da gravidez, deu uma animada master”, adicionou. Já após o nascimento de Maria Flor, as coisas ficaram mais mornas. “Minha terapeuta fala e acho a maior verdade: a criança te dá tanta felicidade, alegria e amor que o sexo passa a ficar tão murcho, chocho. Você não precisa mais dele para dar um up [na relação]. Tenho um up muito maior o tempo inteiro, sua libido é alimentada com outro tipo de alegria”, contou.

Com a maternidade, a rotina mudou: “Não perdi o desejo por ele, perdi o tempo que eu tinha com ele”. São várias as ocasiões em que esse desejo é atiçado, mas a correria não colabora. “Tô saindo para trabalhar, encontro ele no elevador, e penso, ‘PQP, que delícia, como queria’. Mas não posso. Vida que segue. Ou então ele passa assim, pelado, saindo do banho, eu penso: ‘Ai, que delícia’. A Maria fala ‘Mamãe’, então eu falo: ‘Ah, não dá'”, citou a atriz.

Sabrina também quis saber se Deborah gosta de preparar surpresas ou momentos especiais durante a relação com o boy. Então, a artista recordou quando um striptease lhe rendeu um problemão! “Gosto quando a gente é pego de surpresa pelo nosso desejo. Todas as coisas que preparei na vida foram horríveis. Fiz um striptease e quebrei o braço”, lembrou ela.

 

Afinal, existe uma frequência ideal?Diversos estudos já tentaram responder a essa pergunta. Um deles, por exemplo, realizado pela Universidade de Toronto, no Canadá, revelou que o ideal é transar uma vez por semana.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram dados de 30 mil americanos, coletados durante mais de 40 anos, para estabelecer a relação ideal entre sexo e felicidade. O estudo também mostrou que fazer sexo mais do que uma vez por semana não estava relacionado, necessariamente, a uma percepção mais alta de felicidade.

Por outro lado, a prática sexual não significa que a pessoa seja mais satisfeita. Uma pesquisa, realizada na Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, concluiu que o ato sexual, sozinho, não é responsável por aumentar o nível de felicidade.

A pesquisa foi feita com 128 casais heterossexuais, de idades entre 35 e 65 anos, que foram divididos em dois grupos aleatórios. Um deles não recebeu qualquer instrução quanto à quantidade de vezes que poderia ou deveria fazer sexo. Ao segundo grupo, no entanto, foi pedido que dobrasse essa frequência.

Assim, o segundo grupo fez mais sexo do que o outro, no entanto, seus níveis de percepção de felicidade não foram mais altos quando comparados ao primeiro. Na verdade, até decaíram um pouco, levando os pesquisadores a acreditarem que a "obrigação" de transar o dobro de vezes pode ter roubado o desejo e a satisfação do casal.

A verdade é que não existe um número mágico de relações sexuais que seja considerado normal ou mais recomendado. "O importante é que a frequência esteja de acordo com o ritmo do casal, e que eles estejam alinhados, dispostos e que consigam aproveitar", diz Margareth dos Reis, psicoterapeuta sexual e de casais do Instituto H. Ellis e colaboradora no Ambulatório da Unidade de Medicina Sexual da FMABC (Faculdade de Medicina da Fundação do ABC), em São Paulo. em entrevista ao Uol.

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