Brasileira é encontrada morta em quarto de hotel no Chile

brasil
08.07.2019, 06:45:29
Atualizado: 08.07.2019, 06:46:35

Brasileira é encontrada morta em quarto de hotel no Chile

Ainda não há informações sobre a causa da morte

Em momentos como o que vivemos, o jornalismo sério ganha ainda mais relevância. Precisamos um do outro para atravessar essa tempestade. Se puder, apoie nosso trabalho e assine o Jornal Correio por apenas R$ 5,94/mês.

Uma brasileira foi encontrada morta em um quarto de hotel em Santiago, no Chile, na noite de sexta-feira (5). Giovanna Elias Bardi, de 35 anos, morava em Sorocaba (SP) e trabalhava como tradutora. A causa da morte ainda é desconhecida e será investigada.

Segundo o namorado, o engenheiro de Produção Leandro Bonello, de 33 anos, Giovanna tinha programado passar quatro dias no Chile, a passeio, e tinha retorno programado para este sábado (6).

De acordo com Bonello, na quinta-feira (4) por volta das 23h30, foi a última vez que ele teve contato com a namorada.

Na sexta-feira, Bonello e a mãe de Giovanna tentaram contato com ela durante o dia, mas não obtiveram resposta.

"Começamos a ficar preocupados porque ela não respondia as mensagens e não atendia o telefone. Por volta das 19h, ligamos no hotel e pedimos para que alguém entrasse no quarto, mas a direção do hotel falava que não podia ter esta conduta", disse.

Ele contou que, após insistir, por meio de várias ligações, para alguém entrar no quarto e verificar o que estava acontecendo, a direção do hotel resolveu tomar providências. "Depois de insistirmos várias vezes, eles entraram no quarto e, depois de algumas horas, a gerente do hotel retornou a ligação dizendo que encontraram ela deitada e que tinham chamado a emergência. Lá pelas 23h, o hotel informou do óbito dela", afirmou Bonello.

A mãe de Giovanna e o namorado chegaram em Santiago na tarde deste domingo. Nesta segunda-feira, 8, eles irão se encontrar com o cônsul do Brasil em Santiago para tratar dos trâmites do traslado do corpo.

A mãe de Bonello, a professora Maria Regina Gama, de 69 anos, aguardava a volta de Giovanna do Chile neste fim de semana para conhecê-la. "Não tive essa oportunidade", lamentou.

***

Em tempos de coronavírus e desinformação, o CORREIO continua produzindo diariamente informação responsável e apurada pela nossa redação que escreve, edita e entrega notícias nas quais você pode confiar. Assim como o de tantos outros profissionais ligados a atividades essenciais, nosso trabalho tem sido maior do que nunca. Colabore para que nossa equipe de jornalistas seja mantida para entregar a você e todos os baianos conteúdo profissional. Assine o jornal.


Relacionadas