Como a bagunça no ano letivo impacta a entrada de jovens nas universidades e no mercado de trabalho

bahia
09.05.2021, 07:00:00
Atualizado: 10.05.2021, 15:14:17
Iago e Cleide têm planos de entrar para a universidade (Fotos: Acervo pessoal e Arisson Marinho/CORREIO)

Como a bagunça no ano letivo impacta a entrada de jovens nas universidades e no mercado de trabalho

Perspectiva de vida é afetada pela pandemia e jovens estão mais inseguros sobre o futuro. Confira 6 dicas para atravessar o cenário ruim

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A pandemia deu uma bagunçada na dinâmica escolar e trouxe consequências nefastas para as perspectivas de vida de muitos jovens. Desânimo, falta de hábito de usar a internet para estudar, dificuldades financeiras com desemprego recorde, ausência de treino de parte dos professores para ministrar aulas virtuais, acesso precário a equipamentos e rede, um ano sem aulas e ainda um Enem com a maior taxa de abstenção da história.

O quanto essa sequência de fatores pode determinar o futuro de alunos de escola pública? Qual será o impacto disso na entrada de pessoas de baixa renda nas universidades e no mercado de trabalho? 

Olhando para os dados já disponíveis, se o presente no Brasil já não é bonito, o futuro parece estar fazendo careta. Para entender os prováveis efeitos danosos deste conjunto de situações, o CORREIO foi atrás de estudantes, professores e pesquisadores para saber quais são suas angústias e esperanças em relação ao que está por vir e elencou, ainda, um combão de 6 dicas valiosas para se dar bem lá na frente.

Por mais habilidades que os jovens desta geração possam ter com plataformas virtuais, não tem sido tão simples virar a chave do ensino presencial para o remoto, iniciado em 15 de março na Bahia. É só lá pelas tantas da madrugada que Iago Alves, 19, encontra melhor concentração para estudar. Aluno do último ano do ensino médio e técnico do Centro Estadual de Educação Profissional Irmã Dulce (Ceep), em Simões Filho, ele observa que usar a internet para se dedicar às aulas ainda é um hábito a ser construído. 

O dia em casa é cheio de distrações, o WhatsApp lhe tira o foco, a internet na periferia onde mora não é boa e ele confessa que, devido à falta de uma rotina de estudo bem definida, às vezes, acaba caindo na cilada de procrastinar a entrega de atividades para correção. Membro do movimento estudantil secundarista, ele avalia que ter aulas online parecia uma ideia animadora na teoria porque aponta um futuro para a escola pública, mas, na prática, tem sido bastante difícil para quem é de baixa renda. 

Em alguns dias, colegas seus relatam que só conseguiram assistir a duas aulas porque o pacote de dados esgotou. Nas escolas estaduais baianas, quem não tem acesso à internet precisa ir ao colégio, uma vez por semana, para buscar atividades impressas. 

“Apesar desse cenário de incertezas, eu quero cursar a universidade e ser uma quebra da estatística da minha comunidade. O Mapa da Violência coloca a minha cidade como uma das piores do Brasil. Eu quero ser a mudança. Com diversos cortes nos últimos anos, a universidade tem se mostrado cada vez mais inacessível para nós e isso mexe muito comigo. Como a gente vai sobreviver a esse período? Se não tivermos opções de trabalho, todo mundo sabe que a alternativa que deixam para a gente é a marginalidade”, afirma ele, que sonha em cursar Medicina Veterinária ou Direito.

No meio do ano passado, três meses após a decretação de pandemia e quando ainda não se fazia tanta ideia do prolongamento dos problemas do país, uma pesquisa do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), uma entidade federal, revelou que 34% dos jovens se mostraram pessimistas em relação ao futuro, sendo que 66% dos que afirmaram isto eram negros. O levantamento mostrou que 67% disse que não estava conseguindo estudar para o Enem porque as aulas foram suspensas. 

Sete em cada dez jovens afirmaram estarem pessimistas em relação à economia brasileira após a pandemia. Ações de ciência e saúde foram o que deixaram a galera mais otimista em relação ao futuro do Brasil: 96% consideraram muito importante a descoberta da vacina.

Dos participantes, 88% consideraram importante retomar os estudos e 77% poder voltar ao trabalho. Uma segunda edição do levantamento está sendo feita e, em junho, trará novas atualizações sobre as perspectivas dos jovens.

Estudante da rede estadual de Salvador, Cleide Oliveira, 16, acaba de ingressar no ensino médio e não se vê pessimista, mas sente-se insegura. Em 2021, ela cursa o 1º e 2º ano ao mesmo tempo e já anda traçando seus próprios planos de vida: entrar para a faculdade de Psicologia ou Marketing, estudar muito, trabalhar e ser uma mulher independente, sem precisar pedir nada a ninguém. Mas, ao mesmo tempo, ela sente que talvez não consiga concretizar isso no tempo que deseja e que está perdendo uma das melhores fases da sua vida.

“Como estou em casa, fico pensando que posso fazer e entregar as atividades na hora que eu quiser, mas não é bem assim, tem datas. Na escola presencial, tinha uma pressão de encarar o professor, o que chama mais a responsabilidade”, analisa ela. “Não posso ser humilde e nem esnobe, minha vontade é de ser rica, mas, para isso, tenho que estudar e trabalhar. Minha insegurança é com o governo, que não está nem aí para tudo o que está acontecendo. Mas acredito na força da minha geração, novas respostas virão”, diz a garota.

Essas inseguranças parecem ser ainda maiores para Roseli Ferreira, 44, que recebeu baixa na carteira de trabalho durante a pandemia. Empregada há seis anos como boleira em uma empresa, ela se viu com perda de parte da renda familiar e três filhos em fase escolar para dar conta. Justamente devido às crianças, Roseli precisou parar os estudos no passado e agora se dedica a concluir o ensino médio a fim de realizar o desejo de fazer faculdade de Administração e ter conhecimentos para montar o próprio negócio. 

No entanto, o caminho dessa mãe tem muitos entraves. Ela precisa dividir o único celular da casa com os filhos, que também estão em aulas remotas. Roseli se vira como pode nesse revezamento, mas não consegue assistir a todas as suas aulas porque o filho mais velho, que cursa o 7º ano, estuda no mesmo horário e ela passa o celular para o garoto porque prioriza a educação dele. Mas, no fim das contas, mãe e crianças saem aprendendo menos do que poderiam se houvesse condições dignas.

E como fica a perspectiva de entrar para a universidade?
Pesquisador da educação, o professor Marcelo Sabbatini, coordenador do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe), acredita que, devido a uma baixa nas políticas públicas de democratização de acesso às universidades, é provável que ocorra uma mudança no perfil sócio-demográfico do universitário: as classes menos favorecidas sairão ainda menos favorecidas.

Sabbatini diz que, pessoalmente, tende a ser um pouco pessimista e acredita que a sociedade brasileira passará um bom período com uma geração menos escolarizada e mais desempregada. “A pandemia afeta as perspectivas de vida. As pessoas não sabem nem se estarão vivas, então a perspectiva de universidade e carreiras também acaba esvanecendo, evaporando”, diz.

Pró-reitor de graduação da Ufba, Penildon Silva espera que as cotas, mais do que nunca, ajudem a não ter uma perda da diversidade entre os estudantes que ingressam na universidade.

A instituição ainda não tem como avaliar se houve uma alteração no perfil de ingresso a partir deste último Enem porque, até então, realizou apenas a primeira chamada e restam outras três. De acordo com ele, diferente do passado anterior às cotas, hoje a maior parte dos alunos da federal já são de classes mais baixas e, por mais cortes que as instituições venham sofrendo, há prioridade na manutenção de políticas afirmativas de apoio à permanência de negros, quilombolas, indígenas, trans e refugiados.

Já em relação à escola básica, o que Sabbatini observa é que, com essa dualidade que tem sido vista entre escola pública e particular, acredita-se ainda que crianças e adolescentes de baixa renda terão menor acesso a capital sociocultural — ou seja, um conjunto mais limitado de conhecimentos sobre o mundo. Se antes elas tinham esse acesso através da biblioteca do colégio, do papo e dinâmicas diárias com o professor, agora deixam de ter. Enquanto isso, famílias ricas continuam acumulando saber por meio de acervo de livros, meios de comunicação, internet de qualidade e até viagens.

Em pauta este mês no Congresso, a PL da Conectividade, de autoria do deputado federal cearense Idilvan Alencar (PDT), ex-presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), quer destinar um investimento de R$ 3,5 bilhões aos estados para garantir que alunos da rede pública tenham internet de qualidade para continuar estudando.

A ideia é beneficiar 18 milhões de estudantes cadastrados no CadÚnico, incluindo aqueles que são matriculados em escolas indígenas e quilombolas, além de 1,5 mi de professores. A prioridade é justamente para o ensino médio e fundamental, contratando internet móvel e efetuando a compra de equipamentos portáveis. 

O projeto já havia sido aprovado em dezembro de 2020 na Câmara de Deputados, mas foi integralmente vetado por Jair Bolsonaro (sem partido), que justificou aperto no orçamento, o que o fez ser duramente criticado por parlamentares. O veto do presidente será avaliado agora por senadores e o projeto pode reviver, segundo acompanhamento do Observatório de Educação – Ensino Médio e Gestão.

O atual ministro da Educação, Milton Ribeiro, vem dizendo que prefere fomentar projetos já existentes, como o Programa de Inovação Educação Conectada (Piec). O problema é que essa iniciativa, até então, é voltada para o acesso dentro do domínio nas escolas, não atendendo à necessidade do ensino remoto.

Milton Ribeiro, ministro da Educação (Foto: Isabela Nóbrega/Presidência da República)

A assessora de comunicação Andreia Sales, mãe da estudante Andressa, de 15 anos, conta que a filha tem tido uma boa experiência no Colégio Estadual Severino Vieira, em Salvador, e que foi surpreendida com a forma como os professores se atualizaram para fazer com que os alunos se mantivessem ligados à escola. Inicialmente, ela pensou que a filha sofreria um grande prejuízo educacional ao migrar da rede particular para a pública, mas ficou feliz ao ver a garota tão dedicada aos estudos remotos.

"Acho que a gente precisava dessa sacudida, desse avanço na educação. É uma pena que tudo continue sendo feito de forma tão desigual. Enquanto minha filha tem todas as ferramentas, tem gente que não tem nem celular. Minha motivação para acreditar que pode ser diferente é o caso de Helder, o menino de Xique-Xique, que tirou nota 1.000 na redação do Enem. Diante de tudo que estamos vivendo, receber uma notícia como essa é sentir que estamos vivos, nos dá esperança de que vamos sobreviver e vencer esse caos dos últimos tempos”, diz ela.

Enem prejudicado
Diretora de Desenvolvimento Integral do Instituto Península, Mariana Breim, observa que o Enem, principal porta de acesso para a universidade, especialmente entre jovens de baixa renda, teve uma quantidade de participantes muito abaixo do potencial do país. Este ano, 2,5 milhões de candidatos fizeram a prova, menos da metade dos inscritos, sendo que, em anos passados, o Brasil chegou a ter quase 9 milhões de inscritos. Realizado debaixo de muita polêmica, o exame teve o pior índice de ausência em toda a história: 51,5%.

Breim alerta que toda essa turbulência no ensino terá consequências. Uma pesquisa feita pelo instituto no fim do ano passado com quase 3 mil professores apontou que 91% deles acreditam que haverá um aumento da desigualdade educacional entre os alunos mais pobres e 60% acreditam que os alunos não evoluíram no aprendizado. 

Feito pelo Inep, o Censo Escolar 2020 limitou-se a retratar as escolas no momento anterior à pandemia, portanto só até março, e não pode ser usado para observar o impacto da covid-19 nos dados educacionais. Em 2020, foram registradas 47,3 milhões de matrículas no país, das quais 7,5 milhões foram no ensino médio. A segunda etapa deste censo iniciou em 22 de abril e apura a situação dos alunos para ver se eles foram aprovados, reprovados, transferidos, além de abandonos ou falecimentos. 

Na Bahia, mais de 738 mil estudantes estão matriculados no ensino médio do ano letivo contínuo de 2020 e 2021. Ainda não há dados de abandono escolar porque este ano letivo não foi encerrado, só terminará em 29 de dezembro, segundo informações da Secretaria de Saúde da Bahia (SEC). Em relação à oferta de internet, o governo estadual disse que mais de 25,5 milhões foram investidos em conectividade e equipamentos para as escolas. Foi criado ainda o projeto Estado Solidário, que oferta 200 mil vagas em cursos técnicos do Programa Educar para Trabalhar, voltado para estudantes e egressos da rede estadual.
 
E vai ter mercado de trabalho?
“Preocupado”. É assim que o economista Gustavo Casseb Pessoti, vice-presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-BA), se vê diante das tendências de mercado para os jovens brasileiros no futuro próximo. Ele menciona que uma das observações dos pesquisadores da economia, antes mesmo da pandemia, era de um crescimento da chamada Geração Nem-Nem — que nem estuda e nem trabalha. 

Em 2019, a porcentagem de jovens nesta condição na faixa etária de 18 a 29 anos chegou a cerca de 30% na Bahia, segundo o IBGE. Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV Social) mostrou que, na pandemia, mais de um terço dos jovens brasileiros, entre 20 e 29 anos, não estão trabalhando e nem estudando. É a taxa mais alta de toda a história, com 34% nesta situação, e, assim, a crise deixa de fora do mercado de trabalho uma parcela importante da população em idade ativa.

Pessoti aponta que, antes da chegada do coronavírus, a taxa de desemprego já não era tranquila no país, que vinha com índices acima dos 10% desde 2016. No fim de 2020, essa taxa bateu recorde histórico, fechando em quase 14%, contabilizando 13,9 milhões de desocupados e 5,8 milhões que desistiram de procurar trabalho, os desalentados.

Ele explica que pessoas que perderam seus empregos já não vinham em busca de um novo posto de trabalho por acreditar que não teriam chances de se recolocar no mercado. A Bahia, aliás, foi o estado que registrou o pior índice do país, com quase 20% da população desempregada em 2020. O IBGE disse que não tem os dados com recorte por faixa etária porque houve redução da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que foi feita por telefone.

O economista avalia que, em 2022, quando se espera que a situação nacional esteja mais estável, é provável que os desalentados voltem a buscar emprego porque estarão mais motivados pelo possível crescimento econômico. Ainda assim, ele antecipa que o Brasil deve levar, ao menos, uns dois anos com alta taxa de desemprego, já que os desalentados são vistos como inativos e não são contabilizados como desempregados. Só quem busca por emprego é que entra na conta e o movimento de retorno à busca pode inflar o índice.

“A gente vai ter um exército de pessoas, digamos assim, que vai gradativamente voltar [a procurar trabalho]. Aqueles que perderam emprego na indústria porque ela fechou, pessoas que fecharam seus negócios, enfim. Num primeiro momento, se provoca uma fila, o que a gente chama de exército de reserva. O mercado não vai poder atendê-los de imediato. Eu diria que se a recuperação da economia é algo esperado, infelizmente a diminuição da taxa de desemprego não”, analisa.

Pessoti lembra que a pandemia acelerou a substituição do homem pela máquina e, apesar de a juventude ter maior facilidade com certos equipamentos e internet, que já são muito demandados pela indústria 4.0 — mais automatizada —, a mera habilidade com o uso de redes sociais não será suficiente para essa nova realidade. 

Ele recorda, especialmente, o caso da fábrica da Ford, fechada no ano passado na Bahia, que deixou 12 mil desempregados — sendo 5 mil da própria Ford e outros 7 mil que forneciam matérias-primas para a montadora. A massa demitida é equivalente à população inteira da cidade de Saubara, no Recôncavo. Em sua avaliação, a crise brasileira e a carga tributária, que foram as justificativas dadas pela empresa para encerramento das atividades, não foram as únicas determinantes, mas principalmente a falta de inovação da Ford.

O economista aposta que ocupações tradicionais tenderão a ser “uberizadas”, ou seja, com empregos terceirizados e fluxo de serviços tecnológicos ainda mais globais. Os jovens que não estudam e nem trabalham vão ter uma dificuldade maior de inserção nessa nova realidade.

“Mas estar interessado em aprender é tudo o que o mercado quer agora porque o consumidor mudou. Toda essa adaptação nas tecnologias vai requerer profissionais conectados e com inglês na ordem do dia. O jovem que atende o requisito da língua estrangeira seguramente estará numa perspectiva positiva de trabalho”, orienta ele.

As profissões que estarão na crista da onda
Presidente da regional baiana da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-BA), Wladimir Martins explica que a pandemia antecipou o futuro e sacudiu o mercado de trabalho porque revelou o déficit de profissionais que já existia em algumas áreas como saúde e tecnologia da informação e comunicação (TICs).

Carreiras como as de médico, enfermeiro, farmacêutico, bioquímico, biomédico, desenvolvedor de software, designer, marketing digital estão sendo muito demandadas agora e deverão continuar na crista da onda da empregabilidade nos próximos anos, bem como profissionais da saúde mental e de educação financeira. Wladimir aposta que nada disso acabará no pós-pandemia. Pelo contrário, haverá um reconhecimento da importância da manutenção.

Professora do Insper, a economista Juliana Inhasz, explica que, se o jovem não correr atrás de oportunidades melhores diante do cenário que se apresenta ao país para os próximos anos, provavelmente ele regredirá uns 30 anos em termos de consumo. Ou seja, voltará aos anos 1990 e 1980, quando a massa trabalhadora não tinha a chance de ter um imóvel ou carro próprio, uma época também de lazer mais limitado, com viagens a apenas locais próximos de casa.

Especialmente para os de baixa renda, poderá ser mais difícil ter acesso a bens não essenciais como um tênis de marca e um celular de boa qualidade. Digamos que, para pegar o seu futuro de volta, será preciso ir atrás das habilidades necessárias para os novos mercados.

6 DICAS PARA PEGAR O SEU FUTURO DE VOLTA

1. ONDE BUSCAR REFORÇO GRATUITO PARA VESTIBULAR

Prevest
Projeto social que prepara alunos de baixa renda para o ENEM
Site: www.prevest.org
Instagram: www.instagram.com/prevest.ssa/
E-mail: prevest.ssa@gmail.com

Instituto Steve Biko 
Primeiro curso pré-vestibular voltado para negros no Brasil
Site: www.stevebiko.org.br
Instagram: www.instagram.com/icstevebiko
E-mail: secretaria@stevebiko.org.br
Telefones: (71) 3241-8708

Cursinho Universidade Para Todos
Site: institucional.educacao.ba.gov.br/universidadeparatodos
Telefone: 0800 285 8000
E-mail: upt@educacao.ba.go.gov

Educafro
Cursinho voltado para inclusão de negros e pobres nas universidades. Oferece bolsas de estudos em universidades prestigiadas
Site: www.educafro.org.br/site
E-mail: nucleos@educafro.org.br
Telefone: (11) 99117-0477

2. ESTUDE INGLÊS DE GRAÇA OU A BAIXO CUSTO

UNEX 
Centro de idiomas da associação de ex-alunos UNEB
Preço do semestre: 5x de R$ 82
Instagram: www.instagram.com/unex.uneb

App Mosalíngua
Aprenda de graça através de cartões de memória
Disponível na lojas de aplicativos de aparelhos Android e iOs

Professores na rede
Mairo Vergara: @mairovergara
Fabio Emerim: @teacher_fabioemerim

3. SIGA QUEM DÁ DICAS DE APROVAÇÃO NO ENEM
Renato Palmeira: @renato_palmeira
Erickson Américo: @ericksonaamerico
Jessi Ellen: @jessi_ellen

4. OLHE OPORTUNIDADES DE ESTUDO FORA DO PAÍS

Partiu Intercâmbio, por Bruna Amaral: @partiuintercambio
Mentoria de acesso a bolsas internacionais, dicas de oportunidades abertas e para testes de idiomas

Matheus Tomoto: @matheustomoto
Ensina sobre como acessar bolsas de intercâmbio em dezenas de países, dicas de inglês e melhora de currículo, oportunidades de trabalho

5. FIQUE DE OLHO NO FUTURO DAS PROFISSÕES 

Estação Hack: @estacaohack
Centro de inovação do Facebook criado para formar jovens e adultos em tecnologia e estimular a inovação no Brasil

StartSe: @startseoficial
Escola de negócios que busca entender o impacto das novas tecnologias, novos mercados, novas práticas e as habilidades humanas que serão mais necessárias

Rapadura Tech: @rapadura_tech
Portal de comunicação com conteúdos direcionados a tecnologia e inovação no ambiente de empreendedorismo

All Saints Bay: @allsaintsbayssa
Comunidade de startups de Salvador focada em desenvolver ecossistema da inovação na capital

6. APOSTE JÁ EM CURSOS E BUSQUE EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS MESMO QUE SEJAM VOLUNTÁRIAS

- CURSOS 

SENAI
-  @senaibahia
Oportunidades gratuitas de aprendizagem industrial com início em junho. Voltado para jovens de 14 a 21 anos. Oferece chance de trabalhar com indústrias parceiras da entidade. Há também cursos pagos de curta duração a partir de R$ 139

SESI - @sesibahia
Foco no aumento da produtividade da indústria e bem-estar do trabalhador. Possui cursos gratuitos de ensino fundamental e médio de alta qualidade pelo Educação para Jovens e Adultos (EJA).

SENAC -  @senacbahia
Atividades de comércio de bens, serviços e turismo. Oferece cursos técnicos, de graduação e pós com parcelas a partir de R$ 145

FGV EXECUTIVA
124 opções de cursos curtos nas áreas de administração, direito, economia, educação, negócios, liderança, marketing, relações internacionais e tecnologia e ciência de dados. Acesse: www.educacao-executiva.fgv.br/cursos/gratuitos

- VOLUNTARIADO

Plataforma Atados

Conecta pessoas a oportunidades de trabalho voluntário. Neste mês, há 7 vagas disponíveis na Bahia em projetos de educação, decoração, design gráfico, marketing digital e atendimento

Estado Voluntário
Plataforma estadual de rede solidária entre estudantes e organizações sociais. Há uma centena de vagas em Salvador para criação de projetos sociais para apoiar pessoas na pandemia e ensino de informática básica para crianças

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