IBGE: Salvador alcança 3ª posição em número de pessoas empregadas

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24.02.2018, 07:30:00
Atualizado: 24.02.2018, 07:51:16

IBGE: Salvador alcança 3ª posição em número de pessoas empregadas

Capital baiana deixou para trás o topo do ranking do desemprego no país

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A capital baiana fechou 2017 com taxa de desocupação de 14,8%, bem menor que a de 2016 (17,1%) e deixou para trás o topo do ranking do desemprego no país. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C), divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, Salvador saiu do segundo lugar para o nono em taxa de desocupação entre capitais brasileiras.

Outro aspecto positivo do levantamento é a colocação da capital baiana entre as que mais geraram oportunidades no mercado de trabalho. Salvador ficou na terceira posição em número de pessoas empregadas, depois de São Paulo e Rio de Janeiro. No total, a capital baiana alcançou pouco mais de 1,5 milhão de ocupados formais e informais.

Para o titular da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sérgio Guanabara, os dados positivos já são fruto dos resultados do programa Salvador 360, que incentiva a atração de novas empresas na cidade com melhorias em infraestrutura, redução de impostos e capacitação de mão-de-obra. Segundo ele, no quarto trimestre de 2017, houve um acréscimo de 88 mil novas ocupações formais e informais em comparação ao mesmo período de 2016. 

“Através do eixo Negócios do programa macroeconômico Salvador 360, que prevê 30 ações de incentivo, a gente oferece uma renúncia fiscal que chega a R$ 65 milhões. Isso tem tornado a cidade cada vez mais atrativa para novos investimentos do setor privado. Os números do IBGE demonstram o caráter exitoso dessa iniciativa. O nosso foco é gerar cada vez mais novos postos de trabalho”, afirmou Guanabara, responsável por tocar o Salvador 360. 

Guanabara contou que, apenas no início deste ano, a Sedur já liberou quatro novos alvarás para empresas do ramo imobiliário que irão gerar 6 mil novos postos de trabalho na cidade, em investimentos que ultrapassam R$ 1,2 bilhão. 

Os dados da Pnad Contínua também foram positivos para a Bahia, que encerrou o quarto trimestre de 2017 com taxa de desocupação de 15,0%, enquanto a média do ano foi de 16,9%. No ano passado, estado deixou de ter a maior taxa de desocupação do país, ficando em terceiro lugar, abaixo de Amapá (17,7%) e Pernambuco (17,6%).

Já a Região Metropolitana de Salvador também teve redução na taxa de desocupação, de 19,0% em 2016 para 18,0% em 2017, deixando de ser a região metropolitana com maior desemprego e ficando em 4º lugar no país.

Em todo o país, a taxa de desocupação atingiu 23,6% da força de trabalho no quarto trimestre de 2017, uma queda em relação trimestre anterior, de 23,9%, mas ainda acima do registrado no mesmo período do ano passado, de 22,2%. Isso significa que faltava trabalho para cerca de 26,4 milhões de brasileiros no quarto trimestre.

Arte Correio


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