Polícia prende acusado de matar pediatra no município de Barra, no oeste da Bahia

bahia
27.09.2021, 18:56:33
Atualizado: 27.09.2021, 19:17:51
(Reproducao)

Polícia prende acusado de matar pediatra no município de Barra, no oeste da Bahia

Motocicleta e capacete utilizados no dia crime foram apreendidos com o suspeito de executar o médico Júlio César de Queiroz 

A Polícia Civil prendeu, na tarde desta segunda-feira (27), um homem acusado de matar o médico pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira, de 44 anos, na última quinta-feira (23), no município de Barra, no oeste da Bahia.
 
A prisão foi efetuada por policiais da Delegacia Territorial (DT) de Barra, com apoio de equipes da 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Irecê) e da Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (CATI/Depin).

Homem foi preso pela Polícia Civil na tarde desta segunda-feira no Oeste do estado (foto: Ascom/Policia Civil)

Leia mais: Assassinato de médico pode estar relacionado a denúncia por abuso

Leia também: Médico atendia criança no momento em que foi assassinado; Polícia analisa imagens

A identidade do homem não foi revelada, mas segundo a polícia, ele foi localizado em uma residência, em Barra, onde foram apreendidas a motocicleta e o capacete usados no dia do crime. Ainda segundo a polícia, ele está sendo ouvido na delegacia da cidade, enquanto diligências continuam sendo realizadas na região em busca do segundo envolvido no crime.

O crime

Júlio César de Queiroz Teixeira, de 44 anos, trabalhava em uma clínica particular da cidade de Barra. Ele atendia uma criança em seu consultório, ao lado da esposa que é enfermeira, quando um homem invadiu o local e atirou várias vezes contra o médico. Em seguida, o criminoso fugiu do local em uma moto.

Uma das linhas de investigação da polícia era se o assassinato do pediatra estaria relacionado com uma denúncia de abuso contra menores, feita em 2016. Na época, o médico alertou para uma família de um dos pacientes que ele atendeu no município de Buritirama, no Oeste, que a criança poderia estar sendo vítima de abuso sexual. Ele foi ameaçado, mas não registrou queixa. O fato foi relatado por um familiar do médico para a polícia e está sendo investigado.

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