Sequestro no Rio: policiais entram em bar e libertam reféns

brasil
29.11.2019, 23:30:00
Dona Lúcia, proprietária do bar, foi libertada mais cedo, junto com outros três reféns (Diego Maranhão/Estadão Conteúdo)

Sequestro no Rio: policiais entram em bar e libertam reféns

Duas pessoas ainda estavam em poder do sequestrador

Em momentos como o que vivemos, o jornalismo sério ganha ainda mais relevância. Precisamos um do outro para atravessar essa tempestade. Se puder, apoie nosso trabalho e assine o Jornal Correio por apenas R$ 5,94/mês.

Após cerca de oito horas, acabou às 22h40 desta sexta-feira, 29, o sequestro de seis pessoas que eram mantidas reféns em um bar na Lapa (região central do Rio). Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) entraram no estabelecimento comercial e conseguiram imobilizar o homem usando uma arma de choque. As duas últimas vítimas foram libertadas ilesas. Antes, o sequestrador havia liberado outras quatro pessoas.

O sequestro começou às 14h45, quando o homem, armado com um facão, rendeu as sete vítimas dentro de um bar na Rua do Resende A polícia não descarta que ele também estivesse com uma arma de fogo, mas até as 22h50 isso não havia sido esclarecido. Agentes do 5º Batalhão da Polícia Militar (Praça da Harmonia) e do Bope foram ao local para negociar a liberação dos reféns.

O agressor seria um ambulante que teria brigado com a dona do bar e estaria tentando se vingar, mas a polícia ainda não confirmou essa versão. "Tanto o nome dele quanto as circunstâncias que o levaram a fazer isso serão verificadas posteriormente", afirmou o coronel Fliess, que acompanhou a negociação. Várias vias no centro foram interditadas em decorrência da operação montada em função do sequestro.

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) confirmou no fim da tarde que três das sete pessoas feitas reféns são funcionárias da empresa, cuja sede fica próxima ao bar. Em nota, a EBC informou que "na tarde desta sexta-feira, 29, um homem invadiu um estabelecimento comercial localizado na Lapa, no Rio de Janeiro, onde manteve reféns. Três deles são empregados da EBC"

***

Em tempos de coronavírus e desinformação, o CORREIO continua produzindo diariamente informação responsável e apurada pela nossa redação que escreve, edita e entrega notícias nas quais você pode confiar. Assim como o de tantos outros profissionais ligados a atividades essenciais, nosso trabalho tem sido maior do que nunca. Colabore para que nossa equipe de jornalistas seja mantida para entregar a você e todos os baianos conteúdo profissional. Assine o jornal.


Relacionadas