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Cortejado pelo PT, Zé Cocá critica política fiscal do governo federal e diz que Lula 'já deu o seu tempo'

Declaração de Zé Cocá aconteceu nesta terça-feira (3) em entrevista à rádio 95 FM

  • Foto do(a) author(a) Rodrigo Daniel Silva
  • Rodrigo Daniel Silva

Publicado em 4 de fevereiro de 2026 às 16:20

Prefeito de Jequié, Zé Cocá
Prefeito de Jequié, Zé Cocá Crédito: Marina Silva/ARQUIVO CORREIO

Cortejado para integrar a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), criticou nesta terça-feira (3) a política fiscal do governo federal e afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “já deu o seu tempo”.

“Eu, particularmente, acho que Lula já deu o seu tempo. Não sou contra ninguém, acho que ele fez o trabalho dele, mas acho que o Brasil precisa de mais. A gente precisa de um candidato mais pujante, a gente precisa de um momento mais discutido”, declarou Zé Cocá, em entrevista à rádio 95 FM.

Zé Cocá  afirmou que o país precisa de um projeto capaz de promover “reformas estruturais urgentes”. “A gente precisa debater pautas. É impossível a máquina pública continuar convivendo com o endividamento de mais de 80%. Ou o governo federal cria pautas que mudem isso, ou a gente está morto, independente de direita e esquerda. A gente precisa de um candidato agora que pautasse isso, economizar. A máquina pública é cara, Brasília é um absurdo. E não é só de Lula, não. Eu vi com Bolsonaro, eu vi com todos”, acrescentou.

O prefeito de Jequié declarou ainda que os salários elevados no alto escalão e o inchaço administrativo tornam o setor público brasileiro “muito caro”. “Você chega naqueles setores de Brasília e tem gente com salário de R$ 40, 50, 60 mil. Então, o setor público brasileiro ficou muito caro. Como é que você já deve 80% de tudo aquilo que você ganha? O Brasil está assim. Imagine só se você ganha R$ 5 mil e já deve 4. Como é que você vai conseguir se manter devendo 80% do seu salário? O Brasil está assim”, emendou. 

Para o prefeito, é necessário uma liderança política capaz de cortar gastos e recolocar o Brasil na trilha do crescimento. “Tem que ter um cara de coragem: ‘vamos cortar tudo que não é necessário para que o Brasil volte a crescer novamente’, ou não iremos sair desse marasmo. Eu não estou vendo ainda Lula com essa condição”, salientou.