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Estagnada: Bahia permanece entre os piores estados no Ranking de Competitividade

Estado mantém 22ª posição entre as 27 unidades federativas e vê índice de segurança pública e solidez fiscal piorar

  • Foto do(a) author(a) Monique Lobo
  • Monique Lobo

Publicado em 28 de agosto de 2025 às 16:25

Marcas do TCP estão em balaustradas na Barra
A segurança pública recebeu a pior avaliação do estado Crédito: Arisson Marinho/CORREIO

A competitividade baiana está estagnada entre as piores do país. É o que aponta o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, realizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) e divulgado na quarta-feira (27). O estado está na 22ª posição da lista, entre 27 estados, a mesma do ano passado.

Este ano, a Bahia está a frente apenas do Maranhão, Roraima, Pará, Acre e Amapá. Como nota, recebeu módicos 33,1, mais de 40 pontos abaixo do primeiro colocado, o estado de São Paulo, com 81 pontos.

A avaliação do ranking, que tem o objetivo de mensurar a capacidade dos entes federativos brasileiros em gerar bem-estar para a população, é feita em 100 indicadores distribuídos em dez pilares. A Bahia ficou no vermelho em seis deles, avançou em três e não registrou mudança em um.

A "Solidez Fiscal" e "Segurança Pública" são os maiores gargalos. A Bahia caiu seis posições em cada uma, ficou em 9º no pilar fiscal e em 25º no de segurança.

Os números apontam um cenário já revelado em outros estudos. No mês passado, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelou que o estado tem nove municípios entre os 20 mais violentos do país. No Ranking de Competitividade, esse pilar foi o que alcançou o pior resultado, com destaque para o quesito "Presos sem condenação" - proporção de presos provisórios (sem condenação) em relação ao total da população prisional -, que ficou em último lugar no país.

Caiu, ainda, duas posições em "Educação", ficando em 22º, e em "Sustentabilidade Social", alcançando o 19º lugar, além de descer uma casa em "Sustentabilidade Ambiental", com o 21º lugar, e "Eficiência da Máquina Pública", com o 11º.

Não mudou de posição em "Potencial de Mercado", mantendo a mesma posição do ano anterior em 24º lugar. Avançou duas casas em "Capital Humano", chegando a 25º, e "Infraestrutura", em 21º, e uma casa em "Inovação", com o 18º lugar.