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Fernanda Varela
Publicado em 15 de fevereiro de 2026 às 18:45
A pesquisadora Tatiana Sampaio está à frente de um dos avanços mais promissores da medicina brasileira nas últimas décadas. Depois de quase 30 anos dedicados à pesquisa básica e aplicada, ela coordenou o desenvolvimento da polilaminina, substância capaz de estimular a reconexão de neurônios lesionados na medula espinhal.>
Ex-ginasta Laís Souza acompanha ciência e acredita na recuperação
Os primeiros testes realizados em humanos indicaram resultados considerados animadores pela comunidade científica. Pacientes com lesões graves, incluindo quadros de tetraplegia, apresentaram recuperação de sensibilidade e retomada de movimentos que, até então, eram vistos como improváveis dentro dos limites da medicina tradicional.>
O tratamento ainda está em fase experimental e depende do cumprimento de etapas regulatórias antes de ser disponibilizado em larga escala. Mesmo assim, os dados iniciais já projetam o Brasil como protagonista nas discussões internacionais sobre regeneração neural e terapias voltadas à reconstrução de conexões nervosas.>
Além do impacto científico, o trabalho liderado por Tatiana Sampaio reforça o papel estratégico das universidades públicas na produção de conhecimento e inovação. A pesquisa representa uma nova perspectiva para milhares de pessoas que convivem com lesões medulares e amplia o horizonte da medicina regenerativa no país.>