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Millena Marques
Publicado em 20 de fevereiro de 2026 às 11:30
Preso preventivamente na manhã desta quinta-feira (19), em Londrina, Martônio Alves Batista, de 55 anos, voltou ao centro de uma investigação que estava parada há quase duas décadas. Segundo informações do g1, ele é apontado pela Polícia Civil do Paraná como o principal suspeito de estuprar e matar Giovanna dos Reis Costa, crime ocorrido em abril de 2006, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba. >
O caso foi reaberto após uma ex-enteada do investigado procurar a polícia e denunciá-lo por abuso sexual. De acordo com a delegada Camila Cecconello, a jovem relatou ter sido vítima de abusos entre os 11 e 14 anos e afirmou que era ameaçada pelo suspeito, que dizia que ela poderia ser a “próxima” Giovanna caso contasse a alguém. O novo depoimento levou as autoridades a retomarem as apurações.>
À época do crime, há 19 anos, o corpo de Giovanna foi encontrado em um matagal, dentro de um saco de lixo, com as mãos amarradas e sinais de violência sexual. Martônio chegou a ser considerado suspeito por ser vizinho da família da vítima, embora não mantivesse relação próxima com os moradores. Apesar disso, não houve pedido de prisão contra ele naquele momento, e a investigação seguiu outras linhas.>
Ainda conforme o g1, em 2018, Martônio foi preso por instalar câmeras no banheiro feminino da pastelaria de sua propriedade, em Londrina. Posteriormente, ele obteve liberdade.>
A defesa de Martônio informou que ainda não teve acesso ao processo e, por isso, não se manifestaria sobre o mérito das acusações.>