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Universidade afasta por 4 meses aluno investigado por estupro coletivo contra adolescente

Instituição afirma que medida foi tomada diante da gravidade das acusações

  • Foto do(a) author(a) Wendel de Novais
  • Wendel de Novais

Publicado em 3 de março de 2026 às 11:02

Bruno Felipe é apontado como um dos suspeitos de participação no estupro coletivo Crédito: Reprodução

A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) decidiu suspender por 120 dias o estudante Bruno Felipe dos Santos Allegretti, apontado como um dos suspeitos de participação no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em um apartamento em Copacabana, na Zona Sul do Rio. A decisão foi divulgada no fim da noite de segunda-feira (2), segundo o g1.

Bruno é aluno do curso de Ciências Ambientais da instituição. Segundo a universidade, a suspensão por quatro meses foi determinada diretamente pelo reitor, José da Costa Filho. Com a medida, o estudante está impedido de circular em qualquer área de convivência da universidade.Isso inclui salas de aula, laboratórios de ensino e pesquisa, além de espaços de apoio acadêmico.

Mattheus se entregu à polícia por Reprodução/Globo

Em nota, a Unirio informou que a decisão foi adotada diante da gravidade das acusações e destacou que repudia qualquer forma de violência contra mulheres. A instituição também manifestou solidariedade à adolescente vítima da violência sexual e afirmou que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

No mesmo dia, o Colégio Pedro II informou que dois outros jovens citados como suspeitos no caso já haviam sido advertidos e suspensos anteriormente por comportamento inadequado. Entre eles está Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, além de um adolescente de 17 anos. Ambos são estudantes do campus Humaitá II e também respondem a processo disciplinar interno por agressão ocorrida dentro da unidade escolar.

No domingo (1º), a Reitoria do Colégio Pedro II e a Direção-Geral do campus Humaitá II comunicaram a abertura de processo administrativo com objetivo de desligar os dois estudantes suspeitos de envolvimento no crime.

Crime na casa de subsecretário do Rio

Um dos quatro homens acusados de participação no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, no Rio de Janeiro, é filho de uma autoridade pública do estado. Vitor Hugo Oliveira Simonin, um dos foragidos, é filho de José Carlos Costa Simonin, subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa.

O subsecretário é, inclusive, dono do apartamento onde o crime ocorreu na Rua Viveiros de Castro. Isso porque, de acordo com o titular da 12ª Delegacia de Polícia (DP/Copacabana), unidade que investiga o crime, o delegado Ângelo Lages, o apartamento onde o crime aconteceu pertence ao pai de Vitor Hugo e estava vazio porque é utilizado apenas para aluguel por temporada.

Câmeras de segurança do prédio registraram a chegada dos jovens ao apartamento e, uma hora depois, a saída deles do condomínio. O órgão cujo qual José Carlos é subsecretário está vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. Nesta segunda-feira (2), a secretária Rosangela Gomes emitiu uma nota nas redes sociais:

“Tomei conhecimento das graves denúncias envolvendo o filho do subsecretário Simonin. Recebo essas informações com profunda indignação e tristeza”, escreveu a titular da pasta. “Minha trajetória de vida e minha gestão são pautadas, acima de tudo, pela defesa intransigente dos direitos das mulheres e pelo combate a todo tipo de violência”, completou Rosangela Gomes,

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