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Impedida de desfilar por causa de fantasia polêmica, Mulher Pêra rompe com escola de samba

Suéllem Cury afirma que fantasia foi entregue diferente do croqui e relata discussão com diretoria da Mocidade Unida da Mooca

  • Foto do(a) author(a) Fernanda Varela
  • Fernanda Varela

Publicado em 14 de fevereiro de 2026 às 20:44

Mulher Pêra
Mulher Pêra Crédito: Natália Rampinelli/Agnews

O que era sonho virou um pesadelo para Suéllem Cury, conhecida como Mulher Pêra. A musa se envolveu em uma polêmica na primeira noite de desfiles do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo 2026. Ela afirmou que foi impedida de desfilar pela Mocidade Unida da Mooca e decidiu acionar advogados após o episódio.

Segundo Suéllem, o problema começou com a fantasia. Ela afirma que comprou o figurino com base em um croqui apresentado pela escola, mas que a peça entregue estava diferente do desenho aprovado. “Fiquei muito chateada… Já estava bastante insatisfeita por ter comprado uma fantasia no croqui que foi entregue totalmente diferente. Me senti enganada, mas mesmo assim estava disposta a desfilar porque sou profissional”, declarou.

Mulher Pêra por Natália Rampinelli/Agnews

A influenciadora contou que chegou ao Anhembi com antecedência, mas foi informada de que não poderia mais desfilar. “Cheguei a tempo, mas por uma implicância injustificada da escola, já tinham entregue minha fantasia para outra e me impediram de desfilar”, afirmou. Ela também disse que não quer mais contato com integrantes da agremiação e que já encaminhou o caso para seus advogados. “Já passei o caso para os meus advogados a fim de lutar pelos meus direitos.”

Em vídeos publicados nas redes sociais antes do desfile, Suéllem mostrou a fantasia que, segundo ela, havia sido aprovada inicialmente, avaliada em cerca de R$ 2,2 mil, com penas e paetês em azul, verde e vermelho. Depois, exibiu a peça entregue pela escola, afirmando que estava diferente do croqui.

Inicialmente, ela havia relatado que levou outra fantasia por não ter gostado do resultado final. Posteriormente, afirmou que, apesar de insatisfeita, usaria a roupa da escola na avenida. “Comprei uma outra fantasia para dar entrevistas e circular pelo Anhembi porque, sinceramente, fiquei com vergonha de uma fantasia tão feia e mal feita. Claro que para o desfile eu iria usar a fantasia da escola, mesmo descontente”, explicou.

A musa disse ainda que recebeu apoio de fãs após a confusão, mas também críticas de integrantes ligados à escola. Até o momento, a Mocidade Unida da Mooca não se manifestou oficialmente sobre o caso. 

O projeto Correio Folia é uma realização do Jornal Correio com apoio institucional da Prefeitura Municipal de Salvador.