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Futuro de Angelo Coronel só será definido em março, dizem aliados

Leia a coluna na íntegra

  • Foto do(a) author(a) Rodrigo Daniel Silva
  • Rodrigo Daniel Silva

Publicado em 13 de janeiro de 2026 às 15:42

Comissão de Segurança Pública (CSP) realiza audiência pública para debater os violentos ataques a escolas no Brasil. À mesa, em pronunciamento, senador Angelo Coronel (PSD-BA).Foto: Pedro Franca/Agência Senado
Senador Angelo Coronel Crédito: Pedro Franca/Agência Senado

O senador Angelo Coronel (PSD) tem repetido a aliados que não pretende “colocar a carroça na frente dos bois” e que qualquer decisão sobre o seu futuro político será tomada com calma.

De acordo com correligionários ouvidos pela coluna, Coronel só pretende bater o martelo em março, quando se abre a janela partidária. Nas últimas semanas, diante da resistência da cúpula do PT em manter o senador na chapa majoritária para a disputa da reeleição, cresceu a especulação de que ele poderia migrar para a base do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil).

Apesar dos rumores, Coronel tem reforçado nos bastidores que nenhuma mudança acontecerá antes de março. Segundo o Blog do Vila, do jornalista Evilásio Júnior, uma das possibilidades em análise seria a filiação do senador ao PSDB, para concorrer à reeleição ao Senado na chapa liderada por ACM Neto.

Enquanto isso, o grupo de Jerônimo Rodrigues (PT) ainda trabalha para evitar a saída do senador da base aliada e tem apresentado alternativas. Uma delas envolveria a formação de uma chapa com Jaques Wagner (PT), na qual Coronel figuraria como suplente. Pela proposta, caso Wagner seja eleito, ele assumiria um cargo no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre 2027 e 2030, permitindo que Coronel exercesse o mandato como titular. Após esse período, Wagner retornaria ao Senado para cumprir o restante do mandato, entre 2031 e 2034 - tudo, claro, condicionado à vitória nas urnas.

Outra possibilidade ventilada nos bastidores foi a oferta da presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), hipótese negada publicamente por Wagner. Também entrou no radar uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que será aberta com a aposentadoria do conselheiro Francisco Netto, em agosto. A disputa pela cadeira já movimenta a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

Nos corredores do poder, o comentário é de que a vaga no TCM estaria sendo cogitada como moeda de negociação e poderia beneficiar o próprio Coronel ou sua esposa, Eleusa Coronel (PSD), numa tentativa de manter o senador no campo governista.