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Bruno Wendel
Publicado em 6 de abril de 2026 às 05:00
Acusada de obrigar uma ex-assessora a assinar decisões em seu lugar, a promotora Aline Curvêlo Tavares de Sá vai responder a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). A Corregedoria do Ministério Público da Bahia (MP-BA) acatou a denúncia contra a titular da 13ª Promotoria de Juazeiro no último dia 24. >
Segundo o corregedor do MP-BA, o promotor Carlos Augusto Machado de Brito, houve uso indevido de assinatura eletrônica, sendo o ato classificado como de “gravidade institucional”. >
Se ficar comprovado que a promotora permitia o uso de seu token/assinatura funcional, além de tratar a ex-servidora de forma incompatível com a dignidade do cargo, sem urbanidade e com abuso de poder, a conduta pode configurar violação de deveres funcionais e, portanto, infração disciplinar. >
Ex-assessora acusa promotora do MPBA de ordenar uso de assinatura eletrônica em seu lugar
PMs e o júri popular>
A Justiça entendeu que há indícios suficientes de autoria e prova da materialidade do crime e tornou réus, neste ano, os policiais militares Jaqson de Brito Costa e Fábio Moura de Matos pelo homicídio do comerciante Marcelo Felipe Guerra dos Santos Rocha. O crime ocorreu em abril de 2022, em Feira de Santana. >
Com a decisão, eles podem ir a júri popular. Ainda cabe recurso. O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) determinou também o afastamento dos PMs das ruas. Segundo o Ministério Público, Marcelo foi morto após ser perseguido e baleado ao tentar escapar de uma blitz na Avenida Maria Quitéria. >
Os policiais perseguiram o carro dirigido pela vítima e, ao emparelharem as motos que pilotavam, efetuaram diversos disparos. Três tiros atingiram o comerciante, sendo que um deles atravessou o corpo. >
PMs viram réus e podem ir a júri popular
Chacina>
Os quatro trabalhadores baianos vítimas de uma chacina na Paraíba teriam sido submetidos ao chamado “tribunal do crime”. >
Segundo moradores de Brisamar, local onde os corpos foram encontrados carbonizados, foram ouvidos gritos. Além disso, as vítimas estavam amarradas. >
Cleibson Jaques, de 31 anos, e Lucas Bispo eram naturais de Campo Formoso. Já Sidclei Silva, de 21, e Gismário Santos, de 23, eram de Morro do Chapéu. >
Trabalhadores sumiram de casa de apoio