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Agência Correio
Publicado em 24 de janeiro de 2026 às 07:00
Ao caminhar pelas feiras no verão, é quase impossível não se sentir atraído pelo brilho dos morangos. Entretanto, o que parece um lanche refrescante pode representar um grande perigo para a saúde pública atual. Estudos apontam que o consumo exagerado dessa fruta em períodos quentes é um erro que muitos cometem sem saber. >
A grande questão envolve a quantidade de resíduos químicos presentes nas plantações de larga escala hoje em dia. Como o morango é sensível ao calor, os produtores carregam a fruta com pesticidas para garantir a venda. Portanto, o consumidor acaba levando para casa uma dose indesejada de substâncias tóxicas em cada bandeja.>
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O uso de defensivos agrícolas serve para proteger a safra contra a deterioração precoce e pragas famintas. Contudo, o uso acima do permitido gera riscos imediatos para quem consome esses alimentos diariamente. O corpo humano reage negativamente a esses componentes, desenvolvendo sintomas que antes eram raros na população.>
O contato frequente com essas toxinas contribui diretamente para o aumento de quadros alérgicos e intolerâncias severas. No verão, as frutas passam por processos químicos ainda mais agressivos para sobreviverem fora da sua temporada natural. Por esse motivo, médicos alertam para a necessidade de lavar muito bem os alimentos antes de servir.>
Existe um mito de que o morango é uma das frutas menos atingidas por venenos agrícolas modernos. Na verdade, sua delicadeza extrema exige que os produtores apliquem camadas pesadas de substâncias protetoras constantemente. Sem essa barreira química, a fruta apodreceria em poucos dias sob o sol forte das regiões tropicais.>
Outro ponto importante é que o morango absorve substâncias aplicadas externamente com enorme rapidez e facilidade. Como ele não tem uma proteção natural eficiente, os pesticidas ficam alojados em toda a sua extensão interna. Assim, mesmo lavando a parte externa, uma porcentagem dos químicos permanece guardada dentro do fruto.>
Optar por produtos orgânicos é o caminho mais seguro, embora o custo desses itens seja frequentemente elevado. Esses alimentos são cultivados com métodos ecológicos que respeitam a natureza e a biologia do corpo humano. Portanto, o investimento extra se traduz em mais longevidade e menos idas inesperadas ao consultório médico.>
Caso o orçamento esteja apertado, tente frequentar feiras de pequenos produtores da sua própria vizinhança. Alimentos que não viajam por longos dias exigem menos conservantes e venenos para manterem a aparência de frescos. Além disso, criar uma horta simples em seu apartamento pode ser a solução definitiva e saudável.>