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Goleiro Bruno fala sobre morte de Eliza Samudio e diz que foi 'omisso', mas não mandou matar

Ex-atleta do Flamengo afirmou em podcast que sabia do que poderia acontecer e citou envolvimento de facção criminosa

  • Foto do(a) author(a) Fernanda Varela
  • Fernanda Varela

Publicado em 12 de fevereiro de 2026 às 22:15

Eliza Samudio e Bruno tiveram um relacionamento cercado por brigas e disputas judiciais
Eliza Samudio e Bruno tiveram um relacionamento cercado por brigas e disputas judiciais Crédito: Reprodução | Redes Sociais

O ex-goleiro Bruno Fernandes voltou a falar sobre o caso envolvendo a morte de Eliza Samudio, desaparecida em 2010. Em entrevista ao Geral Podcast, o ex-atleta do Clube de Regatas do Flamengo afirmou que não foi o mandante do crime, mas admitiu ter sido omisso.

Durante a conversa, Bruno declarou que tinha conhecimento de que algo poderia acontecer, mas não tomou medidas para impedir. “Chegou a um ponto que eu não tinha mais diálogo com a Eliza. Quem tomava conta das minhas coisas era o Macarrão. Ele que resolvia tudo pra mim”, disse.

Eliza Samudio e Cristiano Ronaldo em Portugal por Reprodução

Ele relembrou ainda um trecho do julgamento. “A situação que aconteceu, eu até falei no meu júri quando o juiz me perguntou: ‘Você mandou fazer isso?’. Eu falo ‘Não’. ‘Mas você sabia?’. Eu sabia, mas eu não mandei”, afirmou.

Ao comentar a repercussão do caso, o ex-goleiro declarou que não se considera inocente, mas também rejeita a imagem de vilão absoluto. “Eu fui omisso. O meu erro na situação foi ter sido omisso. Isso faz de mim uma pessoa inocente? Não. Eu nunca falei que eu sou inocente, mas eu também não sou o demônio da parada”, disse.

Bruno também mencionou que o episódio envolveria uma facção criminosa, mas não apresentou detalhes. “Eu tive que segurar um problema muito grande, porque a situação envolve facção. Envolve pessoas que vão além do que vocês imaginam”, afirmou.

Ao encerrar o tema, o ex-jogador disse que espera conversar no futuro com o filho, Bruninho. “Espero que, no momento oportuno, ele me dê uma oportunidade pra mim falar com ele o que eu tenho que falar. É ele que precisa saber desse esclarecimento. Só ele, mais ninguém”, concluiu.