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K-pop deixou de ser coreano? Nova geração divide fãs e muda identidade do gênero

Mistura de idiomas, integrantes estrangeiros e foco global transformam o mercado da música sul-coreana

  • Foto do(a) author(a) Fernanda Varela
  • Fernanda Varela

Publicado em 12 de maio de 2026 às 17:25

 Stray Kids
Stray Kids Crédito: Divulgação

O K-pop atravessa uma das maiores transformações de sua história, e isso vem levantando uma pergunta que divide fãs no mundo inteiro: o gênero ainda pode ser considerado realmente “coreano”?

O que antes era visto como um fenômeno fortemente ligado à Coreia do Sul agora se tornou uma indústria cada vez mais globalizada, misturando idiomas, culturas, sonoridades e artistas de diferentes nacionalidades.

Toca-CD para ouvir os álbuns por Arquivo pessoal

A mudança ganhou força após o sucesso internacional de grupos como BTS e BLACKPINK, que levaram o K-pop para premiações internacionais, turnês mundiais e recordes históricos em plataformas digitais.

Agora, uma nova geração de artistas vem ampliando ainda mais essa internacionalização.

Entre as principais mudanças apontadas por fãs e especialistas estão:

• músicas com cada vez mais trechos em inglês

• grupos com integrantes de diferentes países

• álbuns produzidos pensando primeiro no público global

• colaborações internacionais desde o debut

• estratégias focadas em TikTok, YouTube e redes sociais

Internautas já chamam essa fase de “quinta geração” do K-pop, marcada por uma identidade menos regional e mais conectada ao mercado mundial.

Para alguns fãs, isso representa evolução natural da indústria. Para outros, existe preocupação com uma possível perda da identidade cultural coreana que fez o gênero se destacar no mundo.

Mesmo assim, especialistas apontam que o DNA global do K-pop sempre existiu. Desde o início, empresas sul-coreanas investiram em treinamento internacional, marketing digital e fórmulas capazes de atravessar fronteiras culturais.

A internet também acelerou esse processo. Plataformas como TikTok e YouTube transformaram a forma como músicas viralizam, permitindo que grupos conquistem fãs em diferentes países poucas horas após um lançamento.

Entre os artistas citados como símbolos dessa nova fase estão BABYMONSTER, Stray Kids, aespa e RIIZE, nomes que já nasceram com forte presença global e estratégias digitais voltadas ao mercado internacional.