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Heider Sacramento
Publicado em 29 de abril de 2026 às 09:00
Levar uma diva pop para cantar de graça em Praia de Copacabana parece simples para quem está na areia. Mas por trás de cada apresentação existe uma operação milionária, negociação internacional e impacto econômico capaz de transformar a cidade por dias. >
Depois dos shows históricos de Madonna e Lady Gaga, agora a expectativa gira em torno de Shakira, confirmada como atração do projeto Todo Mundo no Rio, deste sábado (2).>
O show de Madonna em maio de 2024 reuniu cerca de 1,6 milhão de pessoas e entrou para a história como o maior público da carreira da artista. O evento contou com patrocínio privado e apoio público. Estimativas divulgadas na época apontaram custo total superior a R$ 50 milhões, com participação de marcas e parceiros comerciais. Parte desse valor envolvia estrutura, transmissão, logística e cachê artístico, embora o contrato oficial nunca tenha sido detalhado publicamente. >
Além do impacto cultural, a Prefeitura do Rio estimou retorno econômico próximo de R$ 300 milhões para a cidade. >
Shakira
Em 2025, Lady Gaga assumiu o posto de grande atração do projeto e levou entre 2,1 milhões e 2,5 milhões de pessoas para Copacabana, quebrando recordes anteriores. O show consolidou o evento como marca internacional e teve impacto estimado em cerca de R$ 600 milhões para a economia carioca. >
Assim como ocorreu com Madonna, o valor exato do cachê não foi oficialmente divulgado. No mercado internacional, porém, Gaga figura entre as artistas mais caras do circuito global, o que elevou especulações sobre cifras ainda maiores que a edição anterior.>
A edição de 2026 com Shakira já nasce cercada de expectativa. Segundo informações publicadas nesta semana, somente o custo da Prefeitura do Rio será de R$ 15 milhões, acima dos R$ 10 milhões investidos pelo município na edição de Madonna. Esse valor não representa necessariamente o cachê total da artista, mas indica um evento ainda mais robusto financeiramente. >
Relatos também apontam que o palco de Shakira será maior do que os usados por Madonna e Lady Gaga, reforçando a aposta em uma superprodução.>
A apresentação deve reunir sucessos de diferentes fases da carreira, de “Hips Don’t Lie” a faixas do álbum Las Mujeres Ya No Lloran. A expectativa internacional é de público acima de 2 milhões de pessoas, podendo disputar novos recordes de audiência ao vivo em Copacabana. >
Mais do que um show, Copacabana virou palco de reposicionamento global de estrelas. Para artistas desse porte, cantar para milhões no Rio vale cachê, visibilidade planetária e um lugar na história.>