Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Empresário do setor de comércio de alimentos é preso por sonegar mais de R$ 10 mi em impostos na Bahia

Dez mandados de busca e apreensão são cumpridos nas cidades de Salvador e Alagoinhas, no nordeste baiano

  • Foto do(a) author(a) Millena Marques
  • Millena Marques

Publicado em 5 de março de 2026 às 11:28

Operação Ágora
Operação Ágora Crédito: MP-BA

Um empresário do setor de comércio varejista de alimentos foi preso na manhã desta quinta-feira (5), durante a ‘Operação Ágora’, que investiga a sonegação de mais de R$ 10 milhões em impostos (ICMS) por empresários do ramo. A prisão aconteceu em Alagoinhas, no nordeste da Bahia.

Até o momento, a Força-Tarefa cumpriu um mandado de prisão e 10 mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Alagoinhas. O investigado que foi preso tentou fugir, mas não obteve sucesso.

Segundo a apuração, o grupo estruturou um esquema de sucessivas constituições e encerramentos simulados de pessoas jurídicas, todas explorando a mesma atividade econômica, com o objetivo de fraudar a fiscalização tributária, frustrar a cobrança de créditos tributários de ICMS e blindar o patrimônio.

As apurações da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), do Ministério Público e da Polícia Civil, na Bahia, identificaram que o grupo deixava de recolher aos cofres públicos, no prazo legal e de forma continuada, o ICMS declarado e se valia de diversas manobras para sonegar o tributo, como a omissão de lançamentos na escrituração fiscal e a sucessão fraudulenta de empresas vinculadas entre si, mediante interpostas pessoas sem capacidade econômico-financeira, com a intenção de esconder seus reais proprietários e dar continuidade operacional às empresas que eram “abandonadas” com vultosas dívidas fiscais.

De acordo com o MP-BA, o grupo se valeu, ainda, de uma holding patrimonial criada após o ajuizamento das execuções fiscais, com a finalidade de blindar o patrimônio e dissimular a estrutura empresarial ilícita.

A operação contou com a participação de cinco promotores de Justiça, 14 Delegados de Polícia, 60 policiais do Necot/Draco, 10 servidores do Fisco Estadual, 10 servidores do MPBa, e 16 policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz).

A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal é composta pelo Grupo Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do MPBa, Inspetoria Fazendária de Inteligência e Pesquisa (Infip) da Sefaz e pelo Núcleo Especializado no combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Necot/Draco), da Polícia Civil da Bahia.

Tags:

Bahia Salvador Ministerio Publico