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Única sobrevivente desistiu de mergulho minutos antes de tragédia nas Maldivas que matou cinco italianos

Estudante permaneceu no iate enquanto grupo de pesquisadores mergulhou em caverna submarina a 50 metros de profundidade

  • Foto do(a) author(a) Fernanda Varela
  • Fernanda Varela

Publicado em 16 de maio de 2026 às 11:35

Cinco italianos morreram
Cinco italianos morreram Crédito: Reprodução

Uma estudante da Universidade de Gênova foi a única sobrevivente de uma tragédia que matou cinco mergulhadores italianos nas Maldivas, após desistir do mergulho poucos minutos antes da descida do grupo.

Segundo o jornal italiano La Repubblica, a jovem, que não teve o nome divulgado, decidiu permanecer no iate enquanto os colegas seguiam para uma exploração submarina no Atol de Vaavu, próximo à ilha de Alimatha.

Monica Montefalcone, 51 anos, pesquisadora e professora associada de Ecologia na Universidade de Gênova - Foto: Universidade de Gênova por reprodução redes sociais

As vítimas eram pesquisadores experientes e participavam de uma expedição em uma caverna submarina localizada a cerca de 50 metros de profundidade, área conhecida pelas fortes correntezas.

Morreram no acidente a professora de biologia marinha Monica Montefalcone, a filha dela, Giorgia Sommacal, a pesquisadora Muriel Oddenino, o cientista marinho Federico Gualtieri e o instrutor de mergulho Gianluca Benedetti.

Autoridades locais classificaram o episódio como o pior acidente de mergulho já registrado nas Maldivas.

A estudante é considerada peça-chave para ajudar na reconstrução dos momentos anteriores à tragédia. Segundo autoridades, ela seria a única pessoa do grupo que também deveria participar do mergulho.

As buscas pelos corpos mobilizaram guarda costeira, militares, mergulhadores especializados e apoio aéreo. As operações foram dificultadas por ventos fortes e mau tempo na região.

Uma das principais hipóteses investigadas é a chamada toxicidade do oxigênio, fenômeno que pode acontecer quando a mistura respiratória utilizada nos cilindros se torna inadequada para mergulhos em grandes profundidades.

Especialistas explicaram à imprensa italiana que o aumento da pressão parcial do oxigênio no organismo pode causar problemas neurológicos graves e levar à morte durante o mergulho.