Ex-Vitória, Bebeto responde a 4 processos por dívidas de condomínio

brasil
24.01.2022, 10:44:19
(Foto: Divulgação)

Ex-Vitória, Bebeto responde a 4 processos por dívidas de condomínio

Débito supera os R$ 300 mil

O ex-jogador de futebol, ídolo do Vitória e tetracampeão pela Seleção, Bebeto responde a quatro processos na Justiça pela falta de pagamento de condomínio de apartamentos na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e de impostos de imóveis em Mangaratiba, na Costa Verde do estado.

Duas outras ações estavam em andamento, mas foram encerradas depois que o hoje deputado estadual do Rio de Janeiro pagou R$ 23 mil à administração de um prédio também no na capital Fluminense, informa o g1. O valor era referente a dez meses do condomínio atrasados.

No dia 13 do mesmo mês, uma outra dívida, desta vez no Condomínio Santa Mônica Condominium Club também foi acordada para o pagamento de R$ 78.781,22 pelas cotas condominiais de junho de 2015 a agosto de 2018 – já incluso os juros.

O jogador também arcou com os honorários e custas do processo, totalizando em R$ 88.824,87.

Processo segue
Bebeto e sua mulher, Denise de Andrade Gama de Oliveira, seguem réus em outra ação do mesmo grupo pelas dívidas do mesmo apartamento, mas no período de novembro de 2019 a setembro de 2020 e cujo valor do débito, já com juros e multa, chega a R$ 19.585,61.

O segundo processo em andamento na cidade do Rio é movido por outro condomínio na Barra da Tijuca e no qual o empreendimento cobra o valor de R$ 260 mil pela falta de pagamento de condomínio de dois imóveis no prédio desde maio de 2019.

A ação teve acordo, com o valor da dívida parcelada em 10 vezes, mas houve descumprimento do acordo e necessidade de ajuizar o cumprimento do mesmo na Justiça, o que acarretou na penhora de um título de investimento no valor de R$ 154.443, 74, que era o valor da dívida na época.

Ações também em Mangaratiba
Além dos dois processos que correm na Justiça do Rio, duas ações por dívida ativa são movidas pela Prefeitura de Mangaratiba contra o jogador por falta de pagamento.

A primeira, que visa a cobrança de tributos, é de 2017; a segunda, com a mesma finalidade, data de 2020.

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