Geração Z e o papel da liderança na atração de novos talentos

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04.05.2022, 06:00:00
(Foto: reprodução/GPTW)

Geração Z e o papel da liderança na atração de novos talentos

Uma das soluções para conectar-se com este público é a liderança ESG

As novas gerações que estão entrando para o mercado de trabalho, como a geração z, são empoderadas e não têm medo de negar aquilo que vai contra seus princípios. Essas pessoas sabem que podem oferecer muito para as grandes empresas, em questão de alto desempenho, criatividade, inovação, diversidade e outros pontos. 

Por outro lado, as empresas cada vez mais tentam entender como atrair e garantir a permanência desses talentos de maneira que fiquem, produzam e se engajem sempre mais. 

Neste conteúdo, a ideia é entender o porquê grandes lideranças ESG podem fazer a diferença para as empresas atraírem esses talentos. Confira!

O que as empresas desejam? 

As grandes empresas entendem bem que funcionários desmotivados, desalinhados com o propósito, a missão e o valor da marca, representam um alto custo. Para isso, a ideia é a contratação de pessoas capacitadas e alinhadas com a cultura da empresa. 

Dessa forma, os processos seletivos tornaram-se cada vez mais exigentes, para buscar no mercado os talentos, ou seja, novos funcionários, que entendam e se identifiquem com o propósito da empresa. 

E os novos talentos, o que querem? 

Do outro lado, esse público capacitado não quer trabalhar em qualquer empresa, não negocia seus princípios e sabe bem dos seus valores. Afinal, são pessoas que cresceram em um mundo com mais tecnologia e inovação, e veem a palavra “limite” como algo a ser superado sem maiores problemas. 

No entanto, um público em específico é a geração Z, composta pelas pessoas nascidas após 1995, e que estão começando sua carreira ou subindo de posição. 

O interessante dessa geração é que ela está mais aberta a discutir pautas incluídas na sigla ESG, como:

  • sustentabilidade;
  • diversidade e inclusão;
  • e questões ambientais. 

Além de cobrarem posicionamentos das organizações e da própria sociedade, pessoas dessa geração, geralmente, são contrárias aos confrontos e mais abertas aos diálogos, segundo matéria da Exame.

Como atrair e liderar a geração Z?

Os talentos Z, por tudo o que representam e são, não aceitam mais lideranças que não se importam com a sustentabilidade, o social e a governança nas empresas, porque esses jovens querem orientadores em quem eles possam se espelhar e que estejam alinhados com o que acreditam. 

Não podemos nos esquecer de que essa geração Z é formada e guiada por pessoas como Greta Thunberg e Malala Yousafzai, ativistas do meio ambiente e da educação, que inspiram os jovens a lutar por um futuro do diálogo pautado em sustentabilidade, diversidade e conscientização. 

Um dado interessante citado pela revista Exame é o da pesquisa da consultoria Fung Global Retail & Technology, que diz que a geração Z representa “cerca de 26% da população mundial e, só nos Estados Unidos, respondem por 830 bilhões de dólares em gastos por ano.” 

Com isso, entende-se que esse público vai ditar a economia mundial futuramente, logo, as empresas precisam entender o quanto antes como atrair e engajar esses jovens, caso contrário, as grandes corporações estarão fadadas ao fracasso. 

O papel da liderança ESG

O caminho da mudança nas empresas é pela liderança ESG, que tem o papel fundamental de mostrar na prática o que é essa sigla. 

Afinal, qualquer empresa que siga essa agenda só conseguirá demonstrar sua responsabilidade por meio da liderança, que precisa ser capacitada o suficiente para provar que a corporação leva a sério sua responsabilidade com o ambiental, o social e a governança. 

Como desenvolver líderes para essa geração?

Nessa lógica, as empresas precisam cada vez mais de líderes capacitados e em desenvolvimento contínuo, para que transpareçam atitudes positivas sobre ESG e conquistem os novos talentos, principalmente, a geração futura, que comandará a economia mundial com muito mais diálogo, inovação, criatividade, diversidade e sustentabilidade. 

Ou seja, as empresas que querem ser reconhecidas no mercado de forma competitiva vão precisar investir em desenvolvimento de liderança se quiserem novos talentos exercendo cargos internamente, e mais do que isso, caso queiram sobreviver no mercado. Afinal, a geração Z já está mais que pronta para sair das universidades e buscar empresas que sigam a sigla ESG, mas, também, que tenham lideranças inspiradoras, eficientes e inovadoras.

* Artigo originalmente publicado no site do GPTW.

Ranking 2022
Em 2022, o Ranking GPTW Bahia chega à sua 9ª edição, em parceria com o CORREIO. O resultado será divulgado em julho e trará a lista das melhores empresas para trabalhar no estado de acordo com a pesquisa do instituto.


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