Número de mortes em naufrágio no Pará sobe para 23

brasil
25.08.2017, 13:49:46
Atualizado: 25.08.2017, 15:51:43
(MÁRCIO FLEXA / SECOM)

Número de mortes em naufrágio no Pará sobe para 23

Os corpos estão sendo levados para o ginásio municipal de Porto de Moz, onde os peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves fazem o trabalho de identificação, seguido de reconhecimento por parte dos familiares para a liberação

Em momentos como o que vivemos, o jornalismo sério ganha ainda mais relevância. Precisamos um do outro para atravessar essa tempestade. Se puder, apoie nosso trabalho e assine o Jornal Correio por apenas R$ 5,94/mês.

Passou para 23 o número de pessoas mortas no naufrágio da embarcação Capitão Ribeiro, que aconteceu ontem (23) no Pará. De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), as equipes que trabalham nas buscas das vítimas encontraram hoje (24) mais 11 corpos. Mais 23 pessoas foram resgatadas com vida e cinco estão desaparecidas.

Os corpos estão sendo levados para o ginásio municipal de Porto de Moz, onde os peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves fazem o trabalho de identificação, seguido de reconhecimento por parte dos familiares para a liberação.

O navio naufragou em uma região conhecida como Ponte Grande do Xingu, localizada entre os municípios de Senador José Porfírio e Porto de Moz. A embarcação saiu de Santarém com destino a Vitória do Xingu.

Segundo a Agência Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon-PA), a embarcação não estava legalizada junto à agência e fazia o transporte de passageiros de forma clandestina.

A Segup disponibilizou aos familiares das vítimas do naufrágio que ainda estão desaparecidas o número da sala de situação montada em Porto de Moz para maiores informações: (093) 3793-1504

***

Em tempos de coronavírus e desinformação, o CORREIO continua produzindo diariamente informação responsável e apurada pela nossa redação que escreve, edita e entrega notícias nas quais você pode confiar. Assim como o de tantos outros profissionais ligados a atividades essenciais, nosso trabalho tem sido maior do que nunca. Colabore para que nossa equipe de jornalistas seja mantida para entregar a você e todos os baianos conteúdo profissional. Assine o jornal.


Relacionadas