Operação apreende celulares, droga e facões dentro da Penitenciária Lemos Brito

salvador
23.07.2020, 06:46:41
Atualizado: 23.07.2020, 06:53:28

Operação apreende celulares, droga e facões dentro da Penitenciária Lemos Brito

Operação foi comandada pela SSP e Seap

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Uma operação dentro da Penitenciária Lemos Brito, em Salvador, apreendeu celulares, facões, dinheiro e porções de maconha, na noite de quarta-feira (22). Os materiais estavam em uma cela de um detento, que é apontado como líder de uma facção.

A operação chamada Tolerância Zero" foi uma parceria das secretarias da Segurança Pública (SSP) e de Administração Prisional e Ressocialização (Seap). O mandado de busca e apreensão foi solicitado pela 19ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Senhor do Bonfim).

Segundo informações da SSP, ele tem envolvimento com tráfico de drogas e homicídios, nas cidades de Senhor do Bonfim e Campo Formoso. A ação no sistema prisional foi coordenada pelo Grupo de Segurança Institucional (GSI/SEAP).

(Alberto Maraux/SSP-BA)
(Alberto Maraux/SSP-BA)
(Alberto Maraux/SSP-BA)
(Alberto Maraux/SSP-BA)
(Alberto Maraux/SSP-BA)
(Alberto Maraux/SSP-BA)
(Alberto Maraux/SSP-BA)

Nas celas do no pavilhão V, equipes do Depin (Cati), da 19ª Coorpin, do Batalhão de Guardas e do GSI (Coordenação de Inteligência Prisional) da Seap encontraram oito celulares, um deles foi jogado dentro da caixa de água da descarga do vaso sanitário, facões embaixo de colchões, R$ 1,1 mil reais dentro de uma Bíblia, porções de maconha e cadernos com anotações da venda de entorpecentes. 

Em Campo Formoso, foram apreendidos uma submetralhadora, uma pistola, um revólver e drogas. Ainda segundo a SSP, dois criminosos, que estavam no local, entraram em confronto com a polícia e acabaram não resistindo.

"Sabemos que o custodiado continuava ordenando o tráfico e execuções de rivais, na região Norte do Estado. Agradecemos a parceria com a Seap, na retirada dos celulares", destacou o diretor do Departamento de Polícia do Interior (Depin), delegado Flávio Góis.

O policial civil acrescentou que os aparelhos passarão por perícia e que poderão servir como provas de novos crimes cometidos pelo detento.

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