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Rodrigo Daniel Silva
Publicado em 12 de fevereiro de 2026 às 05:30
A força política do pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), tem impulsionado uma disputa pela vaga de vice-governador na chapa oposicionista. >
Além do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), que é apontado como favorito para ficar com o posto, outros nomes são especulados para integrar a majoritária oposicionista, como candidato a vice-governador. >
Nesta quarta-feira (11), o nome do ex-prefeito de Belo Campo, Quinho (PSD), foi ventilado. Ele disse que já conversou com ACM Neto e o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), sobre a possibilidade de integrar a chapa da oposição no pleito deste ano. >
“O tema central da conversa foi a composição da chapa. Existe sim conversas, mas não existe definição. Tudo é possível até março”, afirmou Quinho, em entrevista ao CORREIO. O ex-prefeito admite romper com o grupo de Jerônimo Rodrigues (PT) para apoiar ACM Neto. “Se eu migrar para ser candidato, sairia com certeza (do PSD)”, emendou.>
Também são apontados como possíveis nomes para compor a chapa do ex-prefeito de Salvador na condição de vice: Zé Cocá (PP), prefeito de Jequié; Suzana Ramos (PSDB), ex-prefeita de Juazeiro; e o deputado federal Ricardo Maia (MDB). >
Em entrevistas à imprensa, ACM Neto já sinalizou qual perfil considera ideal para ocupar a vaga de vice em sua chapa.>
“Para mim, o perfil ideal é que seja alguém com grande representatividade no interior, que seja nascido no interior ou que tenha grande representatividade no interior. Alguém que possua capacidade de articulação política, que conheça a Bahia e que esteja disposto ou disposta a trabalhar pelo nosso estado”, declarou ele. >
Os dois ocupantes das vagas ao Senado estão praticamente definidos: João Roma (PL) e Angelo Coronel (PSD). >