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MAC Bahia recebe "Ocupação Origem" com foco em arte e economia indígena

Evento reúne 30 artesãos de diversas etnias para feira e exposição

  • Foto do(a) author(a) Nauan Sacramento
  • Nauan Sacramento

Publicado em 14 de abril de 2026 às 19:16

O Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC), em Salvador, sedia a partir do dia 24 de abril a 5ª edição do Abril do Artesanato Indígena 2026. Sob o título “Ocupação Origem”, o evento reúne cerca de 30 artesãos de diversas etnias baianas para uma programação que mescla feira de comercialização, mostras artísticas e apresentações culturais.

A "Ocupação Origem" propõe um diálogo entre o saber ancestral e a arte contemporânea Crédito: Divulgação

A iniciativa é dividida em dois eixos: o primeiro, é a Feira Artesanato da Bahia, que ocorre de 24 a 26 de abril, funcionando como ponto de intercâmbio direto e venda de produtos; o segundo, é a Mostra do Artesanato e da Arte Contemporânea Indígena, que será inaugurada no dia 24 e permanecerá em cartaz no Casarão do MAC até o dia 2 de agosto, oferecendo uma imersão prolongada na produção estética dos povos originários.

MAC Bahia recebe "Ocupação Origem" com foco em arte e economia indígena por Divulgação

Valorização e Geração de Renda

O projeto tem como objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a geração de renda para comunidades como os Pataxó, Tupinambá, Kiriri e Kaimbé, entre outros. Serão comercializados itens que vão desde adornos e colares até entalhes em madeira, cerâmica e instrumentos musicais, todos confeccionados com matérias-primas naturais como sementes, argila e fibras de licuri.

Para o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, a ocupação é uma política pública estratégica. “É uma ação concreta de valorização que une tradição, identidade e geração de renda. Reconhecemos o artesanato como trabalho digno e estratégico para o desenvolvimento sustentável dessas comunidades”, destacou.

Cultura e Resistência

Além da comercialização, a "Ocupação Origem" propõe um diálogo entre o saber ancestral e a arte contemporânea. Weslen Moreira, coordenador de Fomento ao Artesanato da Bahia, define o evento como um convite para desmistificar preconceitos. “É a ancestralidade expressa no artesanato encontrando a contemporaneidade na arte visual, revelando a força de uma juventude conectada que produz conhecimento”, afirmou.

Tags:

Cultura Artesanato Arte