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Morte de tio coloca Suzane e Andreas von Richthofen em disputa por herança de R$ 5 milhões

Morte de Miguel Abdala Netto está sob investigação

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 12 de janeiro de 2026 às 13:02

Andreas e Suzane von Richthofen
Andreas e Suzane von Richthofen Crédito: Reprodução

A morte do médico Miguel Abdala Netto, de 76 anos, abriu uma nova e delicada disputa judicial em torno de um patrimônio estimado em cerca de R$ 5 milhões e recolocou Suzane von Richthofen no centro de um embate familiar. Enquanto a Polícia Civil apura as circunstâncias do óbito, a definição sobre quem ficará com a herança do tio deve depender da existência de um testamento e de decisões judiciais que ainda estão por vir. As informações são do jornalista Ullisses Campbell, de O Globo.

Miguel não deixou filhos, não tinha cônjuge, nem pais ou irmãos vivos. Os únicos parentes conhecidos são os sobrinhos Suzane e Andreas von Richthofen. Diante desse cenário, a sucessão patrimonial tende a se tornar o próximo capítulo do caso, especialmente após a tentativa de Suzane de liberar o corpo para sepultamento e de se apresentar como parente consanguínea mais próxima.

Pais de Suzane von Richthofen por Reprodução

O patrimônio deixado pelo médico inclui uma casa e um apartamento no Campo Belo, bairro nobre da zona sul de São Paulo, além de um sítio no litoral paulista. A soma dos bens é avaliada em aproximadamente R$ 5 milhões. Caso não exista testamento, a herança deverá seguir as regras da sucessão legítima, o que pode levar o caso para uma disputa prolongada na Justiça.

Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex-companheira de Miguel, afirma esperar que o médico tenha deixado um testamento. Segundo ela, o documento deixaria claro que Suzane estaria excluída da partilha. Durante o período em que conviveu com Miguel, Sílvia diz que ele manifestava a intenção de impedir que a sobrinha herdasse qualquer bem da família e costumava afirmar que lutaria para que ela não recebesse “sequer um alfinete”.

A eventual exclusão de Suzane da herança teria precedente jurídico. Após o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, foi o próprio Miguel quem acionou a Justiça para impedir que a sobrinha herdasse os bens dos pais que mandou matar. Na ocasião, Suzane foi declarada indigna de herdar, e todo o patrimônio ficou com Andreas.

Agora, com a morte de Miguel, o papel de Andreas volta a ser central. Ele seria o outro herdeiro direto, mas está incomunicável. Segundo familiares, ele estaria isolado em um sítio no litoral paulista, em local cujo endereço não é conhecido, o que dificulta qualquer encaminhamento imediato sobre a sucessão.

Irmãos Cravinhos e Suzane von Richthofen por Reprodução | Redes Sociais

Corpo aguarda liberação

Enquanto a herança não é definida, o corpo de Miguel permanece no Instituto Médico Legal, já que não houve liberação para sepultamento. Suzane chegou a entrar com um pedido de tutela no fórum para tentar reverter a decisão da polícia, movimento que também pode influenciar os próximos passos da disputa patrimonial.

Paralelamente à questão sucessória, a Polícia Civil aguarda laudos periciais e toxicológicos para esclarecer a causa da morte, tratada como suspeita. O resultado dessas análises pode impactar diretamente o andamento do inventário e o acesso aos bens, mantendo a herança do tio de Suzane no centro de um novo e complexo impasse judicial.

Tags:

Suzane von Richthofen