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'Não conseguimos salvar': morre Pretinha, melhor amiga do cão Orelha

Desde janeiro, quando Orelha morreu, Pretinha vinha passando por tratamento intensivo contra uma doença

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 10 de fevereiro de 2026 às 11:15

Pretinha não resistiu à doença
Pretinha não resistiu à doença Crédito: Reprodução

A cadela Pretinha, conhecida pelos frequentadores da Praia Brava, em Florianópolis (SC), morreu na noite de segunda-feira (9), após meses de tratamento veterinário. Ela sofria de dirofilariose, enfermidade causada por parasitas e considerada altamente perigosa para cães.

Desde o falecimento do companheiro Orelha, em janeiro, Pretinha vinha recebendo cuidados médicos constantes. Após ganhar repercussão, ela foi adotada pelo empresário paulista Bruno Ducatti, que comunicou a morte do animal em suas redes sociais.

Ao comentar o impacto deixado pelos dois cães comunitários, Ducatti ressaltou que a história deles ultrapassa os limites da praia onde viviam. “Suas histórias expõem o que funciona quando há cuidado comunitário”, afirmou.

Pretinha por Reprodução

O empresário também relatou que a gravidade da situação só ficou evidente quando Pretinha foi retirada das ruas para receber tratamento. Segundo ele, tratava-se de “um quadro silencioso, avançado e cruel, como o de tantos animais invisíveis neste país”.

Além da doença parasitária, o animal enfrentava insuficiência renal em estágio avançado. O tratamento incluiu sessões de hemodiálise, internação em regime intensivo, exames especializados, medicamentos e acompanhamento veterinário contínuo, mas o estado de saúde permaneceu crítico.

Mobilização e adoção

O interesse público na história ganhou força após a morte de Orelha, que vivia com Pretinha na região e era conhecido pelos moradores. A cadela já tinha assistência veterinária financiada pela empresa Petlove quando acabou sendo adotada por Ducatti.

Carolina Bechelli Zylan, moradora que acompanhava a rotina dos animais, descreveu a relação de proteção entre os dois. Segundo ela, Orelha costumava caminhar à frente para proteger a companheira. “O Orelha era um cachorro alfa e andava na frente para proteger a Pretinha. Eu digo que a morte dele serviu para salvá-la, pois fez com que ela fosse recolhida e descobríssemos esse problema de saúde”, afirmou ao ND Mais. Ela lembra ainda que a dupla quase nunca era vista separada e a ausência de Orelha foi sentida por Pretinha.

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Pretinha