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PF encontra citações a ministro Dias Toffoli, do STF, em celular de Vorcaro

Em nota, Toffoli fala em ilações e afirma que PF não legitimidade para pedir suspeição

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 12 de fevereiro de 2026 às 07:53

Dias Toffoli
Dias Toffoli Crédito: ASCOM/STF

O envio de um relatório da Polícia Federal (PF) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, contendo dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, provocou nova pressão interna na Corte. O material inclui menções ao ministro Dias Toffoli, responsável pela relatoria do processo relacionado à instituição financeira.

Segundo O Globo, o episódio aumentou o clima de apreensão em torno do caso e reacendeu, nos bastidores, o debate sobre a permanência de Toffoli como relator. Ministros admitem, reservadamente, que a situação amplia o desgaste da Corte e eleva o risco político envolvendo o processo.

Apesar do incômodo, a avaliação predominante é de que qualquer decisão precisa aguardar esclarecimentos formais. Magistrados defendem que é necessário compreender o teor das menções ao ministro antes de qualquer conclusão. Uma reação precipitada poderia agravar a crise, consideram.

Luiz Fux (2028) por Gustavo Moreno/STF

Até o momento, não foram divulgados detalhes do relatório entregue pela PF a Fachin na segunda-feira. Em nota, o gabinete de Toffoli confirmou ter recebido um pedido de declaração de suspeição elaborado pela Polícia Federal para afastá-lo do caso, mas classificou o conteúdo do relatório como baseado em “ilações”.

“O gabinete do Ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte”, informou a nota.

Já a defesa de Daniel Vorcaro declarou que “manifesta preocupação com o vazamento seletivo de informações, que acaba por gerar constrangimentos indevidos, favorecer ilações e a construção de narrativas equivocadas, além de prejudicar o pleno exercício do direito de defesa”.

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