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Preso confessa que estuprou estudante de psicologia antes de matá-la

Ele estava cumprindo pena em regime domiciliar

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 13 de fevereiro de 2026 às 11:21

Preso confesou crime
Preso confesou crime Crédito: Reprodução

A prisão de um Ítalo Jeferson da Silva, de 43 anos, na cidade de Carmo do Cajuru (MG) revelou novos detalhes sobre a morte da estudante Vanessa Lara de Oliveira, de 23 anos. Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais, o suspeito confessou ter estuprado a jovem antes de matá-la por estrangulamento.

De acordo com a capitã Lorena Azevedo, o homem não demonstrou arrependimento durante a prisão. “Ele apenas demonstrou que sabia que, uma hora ou outra, iria ser preso. Inclusive, confessou o delito para a Polícia Militar”, afirmou, segundo o portal Uol.

A captura ocorreu após denúncia anônima indicar que o suspeito tentava deixar a região escondido em um trem de minério. Ele carregava roupas extras e uma faca, mas não reagiu à abordagem.

Ítalo Jeferson da Silva estava em regime semiaberto por Reprodução

Segundo informações exibidas pela TV Globo, o investigado possui histórico criminal desde 2003, com registros por estupro, tráfico de drogas e roubo. Ele havia deixado o sistema prisional em dezembro de 2025 para cumprir pena em regime domiciliar.

Parentes relataram à polícia que o homem apareceu na casa da família com roupas manchadas de sangue, tomou banho, pediu dinheiro e seguiu viagem rumo a Belo Horizonte.

A Polícia Civil abriu inquérito para esclarecer a motivação e demais circunstâncias do homicídio. No local do crime, peritos recolheram vestígios e apreenderam um notebook, um celular e uma mochila com roupas.

Quem era Vanessa

O corpo de Vanessa apresentava sinais de violência, conforme informaram as polícias Civil e Militar. A suspeita inicial é de crime sexual seguido de morte, mas a confirmação depende do laudo do Instituto Médico-Legal.

O delegado André Luiz Cândido Ribeiro explicou que todos os pertences da jovem estavam no local do crime. “Todos os pertences pessoais dela estavam no local e, inicialmente, a gente suspeita de que foi um crime sexual, que resultou em morte por estrangulamento”, afirmou antes da prisão do assassino confesso.

Vanessa trabalhava em uma empresa responsável por processos seletivos realizados em unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine) de cidades mineiras. No dia do desaparecimento, ela esteve na unidade de Juatuba e pretendia retornar para Pará de Minas, onde morava.

Imagens de segurança mostram a estudante deixando o Sine por volta das 14h e caminhando por ruas movimentadas antes de surgir em um trecho com menor circulação de pessoas. Depois disso, ela não manteve mais contato com familiares.

Sem notícias da jovem, a família registrou o desaparecimento e iniciou campanhas nas redes sociais. A Polícia Militar utilizou câmeras de segurança e até um drone para tentar localizar Vanessa.