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Tio de Suzane von Richthofen não deixou testamento e herança de R$ 5 milhões vira disputa de família

Médico foi achado sem vida esse mês, dando início a briga

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 26 de janeiro de 2026 às 12:23

Suzane compareceu na delegacia para fazer reconhecimento do corpo do tio
Suzane compareceu na delegacia para fazer reconhecimento do corpo do tio Crédito: Reprodução

A confirmação de que o médico aposentado Miguel Abdalla Netto, de 76 anos, não deixou testamento abriu uma disputa judicial por uma herança estimada em cerca de R$ 5 milhões. A informação foi confirmada após um levantamento feito em cartórios de São Paulo, que não encontrou nenhum registro de última vontade em nome dele, segundo o colunista Ullisses Campbell, de O Globo.

Miguel morreu no dia 9 de janeiro dentro da própria casa, no bairro do Campo Belo, na capital paulista. O corpo foi encontrado sentado em uma poltrona, já em avançado estado de decomposição. Segundo o atestado de óbito, a causa da morte é indeterminada e depende de exames complementares. A Polícia Civil trata o caso como morte suspeita. O sepultamento ocorreu em Pirassununga, no interior do estado, com presença de apenas uma pessoa.

Miguel Abdalla Netto foi encontrado morto em casa por Reprodução

Sem pais, esposa, filhos ou irmãos vivos, a sucessão abre espaço para que Suzane von Richthofen, sobrinha do médico, possa herdar os bens. O patrimônio inclui ao menos duas casas, aplicações financeiras e um sítio no litoral paulista.

A prima de Miguel, Silvia Magnani, de 69 anos, também entrou na disputa. Ela afirma ter mantido um relacionamento com ele por cerca de 14 anos e busca na Justiça o reconhecimento de união estável para ser incluída na partilha. Foi Silvia quem conseguiu liberar o corpo e providenciar o sepultamento. “Ele falava horrores da Suzane. Ela mandou matar a própria mãe, que era a única irmã de Miguel”, disse.

Antes mesmo da abertura do inventário, Silvia e Suzane já haviam se enfrentado judicialmente, tanto pela liberação do corpo quanto pelo acesso à casa do médico, que permanece fechada por decisão de um vizinho que só aceita entregar a chave mediante ordem judicial. Suzane já contratou advogada e afirma que vai lutar pelo que considera ser seu direito e o do filho.

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Suzane von Richthofen